DECISÃO CRÍTICA
Fim da escala 6 X 1 ameaça voos internacionais e competitividade aérea do Brasil
Presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas alerta que a medida pode desfavorecer companhias nacionais frente a concorrentes estrangeiras e comprometer a operação de rotas internacionais.
A recente aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala 6 X 1 representa um risco iminente para a aviação civil nacional, alertou Juliano Noman, diretor-presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), nesta terça-feira, 26 de maio de 2026. Segundo Noman, a mudança inviabiliza as operações das companhias aéreas brasileiras, com consequências diretas e imediatas para os voos internacionais e para a sustentação da malha aérea do país.
Em busca de alívio, a Abear solicitou a prorrogação de medidas emergenciais. A isenção de PIS/Cofins sobre as passagens, válida até 31 de maio, precisa ser estendida até dezembro. O setor também pleiteia o prolongamento do diferimento das tarifas de navegação aérea, que atualmente alivia o caixa das empresas em cerca de R$ 200 milhões mensais, até o fim do ano.
No acesso a capital, as empresas enfrentam burocracia para obter financiamento. Uma linha de R$ 1 bilhão do Banco do Brasil, para capital de giro, teve as regras publicadas em 21 de maio, e negociações estão em curso. Outra linha robusta, estruturada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com até R$ 2,5 bilhões por empresa e juros de 4% ao ano, depende da abertura de crédito especial no Orçamento, com possível adiamento dos desembolsos para agosto ou setembro.
A crise na aviação não se limita à questão trabalhista. O aumento expressivo do preço do querosene de aviação (QAV), o principal custo do setor, chegou a 100% desde fevereiro de 2026, impulsionado pelo cenário de guerra internacional. Somente em maio, essa alta representou um impacto financeiro de R$ 1,6 bilhão para as empresas.
Em busca de alívio, a Abear solicitou a prorrogação de medidas emergenciais. A isenção de PIS/Cofins sobre as passagens, válida até 31 de maio, precisa ser estendida até dezembro. O setor também pleiteia o prolongamento do diferimento das tarifas de navegação aérea, que atualmente alivia o caixa das empresas em cerca de R$ 200 milhões mensais, até o fim do ano.
No acesso a capital, as empresas enfrentam burocracia para obter financiamento. Uma linha de R$ 1 bilhão do Banco do Brasil, para capital de giro, teve as regras publicadas em 21 de maio, e negociações estão em curso. Outra linha robusta, estruturada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com até R$ 2,5 bilhões por empresa e juros de 4% ao ano, depende da abertura de crédito especial no Orçamento, com possível adiamento dos desembolsos para agosto ou setembro.
Enquanto as questões de custo não se resolvem, a capacidade de operação já é visivelmente afetada. Dados da Anac indicam que maio registrou uma queda severa de 2.883 voos no país, o equivalente a 93 voos a menos por dia. A previsão para junho é ainda mais preocupante, com uma redução estimada de 121 voos diários, impactando principalmente trechos regionais e destinos no Norte e Nordeste.
Deputados como Joaquim Passarinho (PL-PA) e Zé Neto (PT-BA) sugeriram que as especificidades de setores cruciais como aviação, saúde e segurança pública sejam abordadas por meio de projetos de lei complementar, uma solução que pode evitar o colapso nas escalas de trabalho.
A crise na aviação não se limita à questão trabalhista. O aumento expressivo do preço do querosene de aviação (QAV), o principal custo do setor, chegou a 100% desde fevereiro de 2026, impulsionado pelo cenário de guerra internacional. Somente em maio, essa alta representou um impacto financeiro de R$ 1,6 bilhão para as empresas.
Em busca de alívio, a Abear solicitou a prorrogação de medidas emergenciais. A isenção de PIS/Cofins sobre as passagens, válida até 31 de maio, precisa ser estendida até dezembro. O setor também pleiteia o prolongamento do diferimento das tarifas de navegação aérea, que atualmente alivia o caixa das empresas em cerca de R$ 200 milhões mensais, até o fim do ano.
No acesso a capital, as empresas enfrentam burocracia para obter financiamento. Uma linha de R$ 1 bilhão do Banco do Brasil, para capital de giro, teve as regras publicadas em 21 de maio, e negociações estão em curso. Outra linha robusta, estruturada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com até R$ 2,5 bilhões por empresa e juros de 4% ao ano, depende da abertura de crédito especial no Orçamento, com possível adiamento dos desembolsos para agosto ou setembro.
Enquanto as questões de custo não se resolvem, a capacidade de operação já é visivelmente afetada. Dados da Anac indicam que maio registrou uma queda severa de 2.883 voos no país, o equivalente a 93 voos a menos por dia. A previsão para junho é ainda mais preocupante, com uma redução estimada de 121 voos diários, impactando principalmente trechos regionais e destinos no Norte e Nordeste.
Para que os direitos trabalhistas não entrem em choque com as necessidades técnicas da aviação, as companhias aéreas defendem que a nova regulamentação geral não se aplique indiscriminadamente. A Abear teme que a nova escala trabalhista torne as empresas brasileiras menos viáveis, abrindo espaço para que companhias estrangeiras dominem o mercado nacional.
Deputados como Joaquim Passarinho (PL-PA) e Zé Neto (PT-BA) sugeriram que as especificidades de setores cruciais como aviação, saúde e segurança pública sejam abordadas por meio de projetos de lei complementar, uma solução que pode evitar o colapso nas escalas de trabalho.
A crise na aviação não se limita à questão trabalhista. O aumento expressivo do preço do querosene de aviação (QAV), o principal custo do setor, chegou a 100% desde fevereiro de 2026, impulsionado pelo cenário de guerra internacional. Somente em maio, essa alta representou um impacto financeiro de R$ 1,6 bilhão para as empresas.
Em busca de alívio, a Abear solicitou a prorrogação de medidas emergenciais. A isenção de PIS/Cofins sobre as passagens, válida até 31 de maio, precisa ser estendida até dezembro. O setor também pleiteia o prolongamento do diferimento das tarifas de navegação aérea, que atualmente alivia o caixa das empresas em cerca de R$ 200 milhões mensais, até o fim do ano.
No acesso a capital, as empresas enfrentam burocracia para obter financiamento. Uma linha de R$ 1 bilhão do Banco do Brasil, para capital de giro, teve as regras publicadas em 21 de maio, e negociações estão em curso. Outra linha robusta, estruturada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com até R$ 2,5 bilhões por empresa e juros de 4% ao ano, depende da abertura de crédito especial no Orçamento, com possível adiamento dos desembolsos para agosto ou setembro.
Enquanto as questões de custo não se resolvem, a capacidade de operação já é visivelmente afetada. Dados da Anac indicam que maio registrou uma queda severa de 2.883 voos no país, o equivalente a 93 voos a menos por dia. A previsão para junho é ainda mais preocupante, com uma redução estimada de 121 voos diários, impactando principalmente trechos regionais e destinos no Norte e Nordeste.
As preocupações foram expressas durante um encontro da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), em Brasília. Noman explicou que a segurança e a gestão de fadiga de pilotos e comissários de bordo são regidas por critérios rigorosos estabelecidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Cumprir rotas internacionais de maneira segura exige jornadas de 13 a 14 horas, além da consideração de fusos horários e períodos de descanso regulamentados internacionalmente.
Para que os direitos trabalhistas não entrem em choque com as necessidades técnicas da aviação, as companhias aéreas defendem que a nova regulamentação geral não se aplique indiscriminadamente. A Abear teme que a nova escala trabalhista torne as empresas brasileiras menos viáveis, abrindo espaço para que companhias estrangeiras dominem o mercado nacional.
Deputados como Joaquim Passarinho (PL-PA) e Zé Neto (PT-BA) sugeriram que as especificidades de setores cruciais como aviação, saúde e segurança pública sejam abordadas por meio de projetos de lei complementar, uma solução que pode evitar o colapso nas escalas de trabalho.
A crise na aviação não se limita à questão trabalhista. O aumento expressivo do preço do querosene de aviação (QAV), o principal custo do setor, chegou a 100% desde fevereiro de 2026, impulsionado pelo cenário de guerra internacional. Somente em maio, essa alta representou um impacto financeiro de R$ 1,6 bilhão para as empresas.
Em busca de alívio, a Abear solicitou a prorrogação de medidas emergenciais. A isenção de PIS/Cofins sobre as passagens, válida até 31 de maio, precisa ser estendida até dezembro. O setor também pleiteia o prolongamento do diferimento das tarifas de navegação aérea, que atualmente alivia o caixa das empresas em cerca de R$ 200 milhões mensais, até o fim do ano.
No acesso a capital, as empresas enfrentam burocracia para obter financiamento. Uma linha de R$ 1 bilhão do Banco do Brasil, para capital de giro, teve as regras publicadas em 21 de maio, e negociações estão em curso. Outra linha robusta, estruturada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com até R$ 2,5 bilhões por empresa e juros de 4% ao ano, depende da abertura de crédito especial no Orçamento, com possível adiamento dos desembolsos para agosto ou setembro.
Enquanto as questões de custo não se resolvem, a capacidade de operação já é visivelmente afetada. Dados da Anac indicam que maio registrou uma queda severa de 2.883 voos no país, o equivalente a 93 voos a menos por dia. A previsão para junho é ainda mais preocupante, com uma redução estimada de 121 voos diários, impactando principalmente trechos regionais e destinos no Norte e Nordeste.
As preocupações foram expressas durante um encontro da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), em Brasília. Noman explicou que a segurança e a gestão de fadiga de pilotos e comissários de bordo são regidas por critérios rigorosos estabelecidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Cumprir rotas internacionais de maneira segura exige jornadas de 13 a 14 horas, além da consideração de fusos horários e períodos de descanso regulamentados internacionalmente.
Para que os direitos trabalhistas não entrem em choque com as necessidades técnicas da aviação, as companhias aéreas defendem que a nova regulamentação geral não se aplique indiscriminadamente. A Abear teme que a nova escala trabalhista torne as empresas brasileiras menos viáveis, abrindo espaço para que companhias estrangeiras dominem o mercado nacional.
Deputados como Joaquim Passarinho (PL-PA) e Zé Neto (PT-BA) sugeriram que as especificidades de setores cruciais como aviação, saúde e segurança pública sejam abordadas por meio de projetos de lei complementar, uma solução que pode evitar o colapso nas escalas de trabalho.
A crise na aviação não se limita à questão trabalhista. O aumento expressivo do preço do querosene de aviação (QAV), o principal custo do setor, chegou a 100% desde fevereiro de 2026, impulsionado pelo cenário de guerra internacional. Somente em maio, essa alta representou um impacto financeiro de R$ 1,6 bilhão para as empresas.
Em busca de alívio, a Abear solicitou a prorrogação de medidas emergenciais. A isenção de PIS/Cofins sobre as passagens, válida até 31 de maio, precisa ser estendida até dezembro. O setor também pleiteia o prolongamento do diferimento das tarifas de navegação aérea, que atualmente alivia o caixa das empresas em cerca de R$ 200 milhões mensais, até o fim do ano.
No acesso a capital, as empresas enfrentam burocracia para obter financiamento. Uma linha de R$ 1 bilhão do Banco do Brasil, para capital de giro, teve as regras publicadas em 21 de maio, e negociações estão em curso. Outra linha robusta, estruturada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com até R$ 2,5 bilhões por empresa e juros de 4% ao ano, depende da abertura de crédito especial no Orçamento, com possível adiamento dos desembolsos para agosto ou setembro.
Enquanto as questões de custo não se resolvem, a capacidade de operação já é visivelmente afetada. Dados da Anac indicam que maio registrou uma queda severa de 2.883 voos no país, o equivalente a 93 voos a menos por dia. A previsão para junho é ainda mais preocupante, com uma redução estimada de 121 voos diários, impactando principalmente trechos regionais e destinos no Norte e Nordeste.
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