Com itens da ceia mais caros, famílias potiguares adaptam pratos para não fugir do orçamento

Este ano, com mais gente vacinada contra a Covid (73% com as duas doses no RN), muitas famílias vão se reunir no Natal e fazer a tradicional ceia. Vai ser um retorno dos encontros, mas, além da precaução sanitária, com o uso de máscaras e distanciamento, também será um momento de muito cuidado para não fugir do orçamento na hora de montar a ceia.
Os itens da ceia estão pelo menos 26% mais caros do que no ano passado, por causa da inflação. É o que aponta a Fundação de Pesquisas Econômicas. Muitas famílias, portanto, estão pesquisando mais e tendo mais criatividade na hora de substituir os ingredientes que fugirem do orçamento.
De acordo com a pesquisa, o filé mignon foi o produto que mais aumentou de preço, com reajuste de 35%.
Até a farinha para tradicional farofa subiu mais de 13%. Já as aves de Natal, em geral, por exemplo tiveram um aumento de preço de quase 10%.
Alternativas
Além de substituir itens e rachar despesas, outra opção para quem não abre mão da ceia de Natal e de festa também é equilibrar as compras com o que está mais barato. Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Alimentos do RN (Sincovag-RN), as frutas e hortaliças, por exemplo, este ano especificamente, não subiram de preço no Natal.
G1
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