RISCO DE VENDAVAL

Rio de Janeiro entra em alerta máximo por vendavais de até 110 km/h

Gráfico de alerta meteorológico do Inmet para o estado do Rio de Janeiro.
Aviso do Inmet sobre o vendaval. Foto: Inmet/Reprodução

Capital entra em Estágio 2 e prefeitura mobiliza equipes de prontidão; rajadas devem afetar diversas regiões do estado até domingo.

O Rio de Janeiro se prepara para enfrentar rajadas de vento intensas que podem superar os 110 km/h em diversas áreas do estado. A medida foi decidida pelas autoridades meteorológicas e pela gestão municipal, nesta sexta-feira (7), como resposta a um cenário de risco severo provocado pela aproximação de uma frente fria e pela formação de um ciclone extratropical no Sul do país.

A preocupação central reside na proteção da integridade física dos moradores, especialmente em áreas vulneráveis. O impacto esperado de ventos tão fortes exige atenção redobrada, visto que podem causar quedas de árvores, interrupções no fornecimento de energia e danos a estruturas urbanas, transformando a rotina da população em um desafio de resiliência e cautela.

Diante do quadro, o Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio) elevou a cidade ao Estágio 2 ainda na quinta-feira (6), às 19h05. O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) ressaltou que as equipes de resposta já foram mobilizadas para minimizar possíveis transtornos e recomendou que os cidadãos evitem atividades ao ar livre durante o período de maior instabilidade.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o alerta permanece ativo até sábado. Além da capital, as regiões Serrana, Costa Verde e Sul Fluminense devem registrar as maiores velocidades, enquanto o Noroeste Fluminense pode ter rajadas de 70 km/h. Municípios como Cabo Frio, Arraial do Cabo, Armação dos Búzios e Campos dos Goytacazes também estão sob monitoramento devido ao risco de movimentação de dunas sobre construções litorâneas.

As autoridades reforçam a necessidade de seguir as orientações de segurança: abrigar-se em locais seguros, manter distância de torres de transmissão e evitar áreas arborizadas. A situação é considerada atípica e o monitoramento meteorológico segue ininterrupto para possíveis atualizações.

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