PRIORIDADE GAÚCHA
Quaest: Saúde lidera problemas para gaúchos; enchentes em 2º
Pesquisa da Genial Investimentos ouviu 1.104 eleitores entre 24 e 28 de abril; 22% apontam a saúde como principal desafio.
Uma pesquisa recém-divulgada pela Genial Investimentos, conduzida pela Quaest, revela que a saúde é, disparadamente, o maior problema enfrentado pela população do Rio Grande do Sul, com as devastadoras enchentes surgindo como a segunda maior preocupação. Os dados, levantados entre 24 e 28 de abril de 2026 e divulgados nesta quinta-feira, 30 de abril de 2026, oferecem um panorama crucial das angústias que afetam diretamente a dignidade e a qualidade de vida dos gaúchos, exigindo atenção urgente dos gestores públicos.
A situação da saúde pública, com filas intermináveis e a precarização do atendimento, é uma realidade dolorosa para 22% dos entrevistados, que a apontam como o principal desafio do estado. Esse percentual representa famílias inteiras que sofrem com a falta de acesso a serviços essenciais, a dificuldade em conseguir consultas e exames, e a angústia de ver entes queridos sem o cuidado necessário. A imagem de uma fila de pacientes em uma unidade de saúde no RS, como a retratada em fotografia da Reprodução/RBS TV, ilustra o drama diário vivido por milhares de gaúchos.
Logo em seguida, com 16% das menções, estão as enchentes. O impacto dessas catástrofes naturais vai muito além da destruição material, desabrigando comunidades, interrompendo vidas e deixando cicatrizes profundas na memória coletiva. A reconstrução de lares e a recuperação emocional são desafios que demandam não apenas recursos, mas também um olhar humano e empático para as vítimas.
O levantamento detalha os problemas que mais afligem os gaúchos:
- Saúde: 22%
- Enchentes: 16%
- Economia: 10%
- Educação: 8%
- Violência: 8%
- Infraestrutura: 7%
- Desemprego: 4%
- Corrupção: 3%
- Pobreza/Desigualdade: 3%
- Outros: 11%
- Não sabe/Não respondeu: 8%
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 1.104 eleitores gaúchos. Realizada entre os dias 24 e 28 de abril, ela apresenta uma margem de erro de 3 pontos percentuais, com um nível de confiança das estimativas de 95%. O estudo foi devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RS-03000/2026, conferindo-lhe credibilidade e rigor técnico.
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