DEFESA POLÍTICA
Presidente do PT, Edinho Silva reafirma confiança em Jaques Wagner após Operação Compliance Zero
Edinho Silva declarou que o Partido dos Trabalhadores apoia as apurações envolvendo o Banco Master e confia na inocência do senador Jaques Wagner.
Na quinta-feira, 18/06/2026, o presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, expressou apoio ao senador Jaques Wagner (PT-BA), que se tornou alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. A decisão de se posicionar rapidamente reflete a importância da unidade partidária e a necessidade de defender seus membros em momentos de investigação. A declaração importa para reafirmar a confiança dentro da legenda e para a opinião pública, mostrando que o PT acompanha e apoia as apurações.
“O senador Jaques Wagner é depositário de toda a nossa confiança. Apoiamos todas as apurações envolvendo o Banco Master, a sociedade tem o direito de saber a verdade”, afirmou Edinho Silva. Ele reiterou que os crimes precisam ser apurados e os responsáveis penalizados, demonstrando um compromisso com a justiça, ao mesmo tempo em que defende a presunção de inocência.
“Nesse processo de investigação e apuração, temos confiança que o Jaques Wagner esclarecerá todos os fatos, comprovando a sua inocência”, finalizou o presidente do PT. A declaração de Edinho Silva busca mitigar os impactos negativos sobre a imagem do senador e do partido, reforçando a crença na sua conduta ética e na sua capacidade de demonstrar sua inocência perante os órgãos competentes.
A Operação Compliance Zero investiga suspeitas de fraude, lavagem de dinheiro e esquemas ilícitos com o Banco Master, que tem Daniel Vorcaro como proprietário. O senador Jaques Wagner (PT-BA) e o empresário Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, estão entre os principais alvos. As investigações foram motivadas pela análise de mensagens extraídas do celular de Augusto Ferreira Lima, outro investigado na operação.
As apurações buscam determinar se o senador atuou em favor de interesses do Banco Master no Congresso Nacional, como na proposta de ampliação do crédito consignado e na chamada “Emenda Master”. Em troca, a Polícia Federal suspeita que Wagner possa ter recebido benefícios indevidos, como um apartamento, uso de aeronaves particulares, ingressos para shows e repasses financeiros estimados em R$ 3,5 milhões. Parte desses valores, segundo a investigação, teria sido canalizada por meio de uma empresa ligada a familiares do senador, configurando possível ocultação de dinheiro.
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