OPERAÇÃO CONTRA GOLPES

Polícia Federal prende homem e bloqueia R$ 1 milhão em esquema de fraudes contra o INSS

Logo do INSS e símbolos representando segurança e investigação policial.
Operação da Polícia Federal visa combater fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Ação conjunta entre PF e Coinp desarticulou grupo criminoso que inseria documentos falsos e alterava dados para obter benefícios indevidamente. Justiça determinou sequestro de bens e suspensão de pagamentos.

Uma operação da Polícia Federal (PF), em parceria com a Coordenação de Inteligência Previdenciária (Coinp), desarticulou um esquema criminoso voltado para fraudar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A ação, ocorrida nesta terça-feira, 26/05/2026, resultou na prisão de um homem e no bloqueio de mais de R$ 1 milhão em bens e valores. A decisão judicial visa coibir a prática que prejudica a dignidade dos verdadeiros beneficiários e a saúde financeira da previdência social.

Foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão. As diligências ocorreram nos municípios maranhenses de São Luís e Vitorino Freire, com ordens expedidas pela 1ª Vara Federal da Seção Judiciária do Piauí. A Justiça também determinou o sequestro de ativos e a suspensão dos benefícios irregulares mantidos pelo grupo.

Método da Fraude

As investigações revelaram que o grupo atuava mediante a inserção de documentos falsos e a alteração de dados cadastrais e de locais de pagamento nos sistemas do INSS. O objetivo era viabilizar a concessão e a manutenção do recebimento indevido de benefícios, lesando o erário e a confiança pública no sistema.

Com o apoio do Banco do Brasil, foram identificados diversos benefícios com fortes indícios de fraude, que eram sacados por um dos integrantes da organização. A atuação criminosa impacta diretamente a vida de pessoas que dependem do INSS, privando-as de recursos que deveriam ser destinados a quem realmente necessita.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, estelionato majorado, falsidade ideológica e uso de documento falso, cujas penas podem levar a longos anos de reclusão, além da obrigação de ressarcimento aos cofres públicos.

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