DISPUTA ELEITORAL 2026

Pesquisa Vox Brasil aponta vantagem de Luiz Inácio Lula da Silva em cenários de segundo turno

Gráfico demonstrando intenções de voto para a corrida presidencial de 2026.
Cenários de segundo turno mostram oscilações na preferência do eleitorado brasileiro.

Dados da Vox Brasil indicam desempenho do atual presidente frente a Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado

O cenário para a corrida eleitoral de 2026 ganha contornos mais definidos com a divulgação dos dados mais recentes da Vox Brasil, que mensurou a preferência do eleitorado em embates de segundo turno. A pesquisa, que avalia o impacto das articulações políticas na intenção de voto, busca oferecer um diagnóstico sobre a estabilidade do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diante de seus principais oponentes.

No levantamento divulgado na sexta-feira (31), o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 47,5% das intenções de voto no cenário contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que registra 41,1%. A margem de neutralidade do pleito é composta por 7,5% de votos brancos, nulos ou em nenhum dos candidatos, além de 3,9% de eleitores indecisos.

Ao observar a série histórica do instituto, é possível notar a movimentação do eleitorado. Luiz Inácio Lula da Silva saiu de 45,3% no final de junho para o patamar atual, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou de 42,8% para 41,1% no mesmo período. É um dado relevante, considerando que, em meados de maio deste ano, a dinâmica era distinta: o parlamentar fluminense liderava numericamente com 43,8%, superando os 40,2% do petista.

A pesquisa também testou embates alternativos. Contra o ex-governador Romeu Zema (Novo-MG), Luiz Inácio Lula da Silva alcança 48,7%, enquanto o político mineiro marca 40,5%. Já no confronto com o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), o atual presidente registra 46,8% contra 42,5% do adversário goiano.

A Vox Brasil ouviu 2.100 eleitores entre os dias 26 e 28 de junho, por meio de entrevistas presenciais. O levantamento possui margem de erro de 2,15 pontos percentuais e índice de confiança de 95%. O estudo foi financiado com recursos próprios do instituto e encontra-se registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01084/2026.

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