CENÁRIO ELEITORAL

Vox Brasil aponta empate técnico na rejeição de Flávio e Lula

Gráfico ou ícone representando pesquisa eleitoral e opinião pública.
Levantamento mostra resistência do eleitorado aos nomes cotados para a Presidência.

Pesquisa revela que senador do PL-RJ e presidente da República enfrentam resistência superior a 50% do eleitorado brasileiro.

O índice de rejeição entre os principais nomes cotados para a disputa do Palácio do Planalto revela um cenário de polarização intensa. Os dados foram consolidados na mais recente rodada da pesquisa Vox Brasil, divulgada nesta sexta-feira (31).

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) figuram no topo da lista de resistência do eleitorado. Em situação de empate técnico, considerando a margem de erro, o parlamentar atinge 52,3% de desaprovação, enquanto o atual mandatário registra 51,5% na modalidade de respostas múltiplas. Esse alto nível de rejeição impõe desafios significativos aos postulantes, visto que a percepção negativa do eleitor é um dos principais obstáculos para a consolidação de intenções de voto e para a capacidade de expansão da base de apoio.

Na sequência, o levantamento aponta o comportamento do eleitor em relação a outros nomes. O ex-governador Romeu Zema (Novo-MG) aparece com 29,7% de rejeição, seguido por Ronaldo Caiado (União-GO), com 27,4%, e Renan Santos, que soma 25% neste cenário estimulado.

Por outro lado, o quadro revela que alguns candidatos possuem maior espaço teórico para dialogar com o público, apresentando índices menores de resistência. Entre eles, destacam-se Cabo Daciolo (Mobiliza), com 17,3%, Augusto Cury (Avante), com 14,9%, e Clariana Barão (DC), com 12,8%. Já os candidatos com rejeição abaixo de 10% incluem Edmilson Costa (PCB), Leonardo Avalanche (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO), Hertz Dias (PSTU) e Samara Martins (UP).

A pesquisa Vox Brasil, realizada com 2.100 pessoas entre os dias 26 a 28 de julho, possui margem de erro de 2,15 pontos percentuais para mais ou para menos e índice de confiança de 95%. O estudo está devidamente registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01084/2026.

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