RISCO DE CORRUPÇÃO

Para 50%, novos casos de corrupção de Lula são muito prováveis

Gráfico de pesquisa AtlasIntel/Bloomberg sobre a probabilidade de novos casos de corrupção.
Levantamento Latam Pulse de junho aponta alta probabilidade de novos casos de corrupção no governo Lula.

Levantamento AtlasIntel/Bloomberg revela que metade dos brasileiros considera a ocorrência de novas fraudes no governo Lula como muito provável, indicando preocupação pública. A pesquisa ouviu quase 5 mil pessoas.

Metade dos brasileiros avalia como “muito provável” a ocorrência de novas fraudes ou esquemas de corrupção durante o restante do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A constatação é de um levantamento da Latam Pulse, divulgado pela AtlasIntel/Bloomberg na sexta-feira, 03/07/2026. A pesquisa revela um cenário de apreensão pública quanto à integridade na administração federal.

Conforme os dados, outros 34% dos entrevistados consideram o surgimento de novos casos de corrupção como provável em algum grau. Apenas uma parcela menor, 10%, enxerga essa possibilidade como “pouco provável”, e apenas 7% a classifica como “nada provável”. Esses números refletem uma percepção de risco elevado para a dignidade da gestão pública.

O questionário, realizado entre 26 e 30 de junho de 2026 com 4.999 pessoas em todo o território nacional, buscava entender a percepção sobre desafios e riscos nos próximos seis meses. A margem de erro é de 1 ponto percentual, com grau de confiança de 95%. O estudo, que custou R$ 75.000 e foi pago com recursos próprios, possui registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04582/2026.

Em contrapartida, cenários como um golpe de Estado e a saída de Lula da Presidência foram considerados menos prováveis pela maioria. Cerca de 56% dos participantes afirmaram que um golpe é “nada provável”, enquanto 63% compartilham da mesma opinião sobre a destituição ou demissão do presidente.

O Poder360 oferece aos assinantes do Drive o Agregador de Pesquisas, uma ferramenta completa que compila levantamentos desde o ano 2000. Em anos eleitorais, apenas estudos com registro na Justiça Eleitoral e metodologia conhecida são publicados. Pesquisadores interessados em divulgar seus levantamentos podem enviar a íntegra para [email protected].

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