BRASIL BUSCA ESPAÇO

Países negociam lançamento de foguetes no Brasil, revela executivo da ALADA

MLBR, foguete brasileiro durante exibição no SpaceBR Show.
MLBR, foguete brasileiro durante exibição no SpaceBR Show.

Executivo da ALADA, empresa criada para negociar uso do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), afirma que mais de 20 acordos de confidencialidade foram assinados. Tentativa de voo orbital em 2026 é confirmada.

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O Brasil está em negociações avançadas para sediar lançamentos de foguetes por diversos países. Segundo o brigadeiro Sergio Roberto de Almeida, presidente da recém-criada ALADA (Empresa de Projetos Aeroespaciais do Brasil S.A.), mais de 20 acordos de confidencialidade foram assinados com empresas da América do Norte, Europa, Ásia e Oceania. A ALADA, empresa pública fundada em 2024, atua como facilitadora para atrair investimentos e infraestrutura para o setor espacial nacional, com o objetivo de impulsionar voos orbitais a partir do território brasileiro.

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O Brasil está em negociações avançadas para sediar lançamentos de foguetes por diversos países. Segundo o brigadeiro Sergio Roberto de Almeida, presidente da recém-criada ALADA (Empresa de Projetos Aeroespaciais do Brasil S.A.), mais de 20 acordos de confidencialidade foram assinados com empresas da América do Norte, Europa, Ásia e Oceania. A ALADA, empresa pública fundada em 2024, atua como facilitadora para atrair investimentos e infraestrutura para o setor espacial nacional, com o objetivo de impulsionar voos orbitais a partir do território brasileiro.

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Uma nova tentativa de realizar o primeiro lançamento orbital em solo nacional está prevista para 2026. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Força Aérea Brasileira e a sul-coreana Innospace, que já havia tentado o feito no final do ano anterior, mas enfrentou um contratempo. A ALADA se posiciona como um ponto único de contato para resolver questões burocráticas e de infraestrutura, permitindo que as empresas focarem exclusivamente em suas missões de lançamento.

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MLBR, foguete brasileiro durante exibição no SpaceBR Show.
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Além do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), o Rio Grande do Norte abriga o centro espacial Barreira do Inferno. A ALADA expressou o compromisso de modernizar as instalações e viabilizar novos projetos, incluindo lançamentos orbitais. Almeida ressaltou que tecnologias atuais permitem a realização de voos orbitais mesmo em áreas menores que a Barreira do Inferno, reforçando a confiança na capacidade do Brasil de se consolidar como um ator relevante no mercado espacial internacional.

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Além do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), o Rio Grande do Norte abriga o centro espacial Barreira do Inferno. A ALADA expressou o compromisso de modernizar as instalações e viabilizar novos projetos, incluindo lançamentos orbitais. Almeida ressaltou que tecnologias atuais permitem a realização de voos orbitais mesmo em áreas menores que a Barreira do Inferno, reforçando a confiança na capacidade do Brasil de se consolidar como um ator relevante no mercado espacial internacional.

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A atuação da ALADA visa simplificar um processo que anteriormente envolvia negociações complexas com a Força Aérea, Agência Espacial Brasileira (AEB), IBAMA, Receita Federal, além de fornecedores e administradores aeroportuários. Com a ALADA, o objetivo é centralizar essas tratativas, oferecendo uma solução completa para os interessados em realizar lançamentos a partir do Brasil.

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A Base de Alcântara possui um histórico marcado por um trágico incidente em Agosto de 2003. Na ocasião, a explosão de um foguete VLS (Veículo Lançador de Satélite) nacional durante preparativos para um lançamento vitimou 21 pessoas. O Centro de Lançamento foi destruído, e o programa VLS, que concentrava o conhecimento técnico de engenheiros brasileiros, foi extinto em 2016. A tragédia sublinha a importância da segurança e da expertise técnica no avanço do programa espacial brasileiro.

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A Base de Alcântara possui um histórico marcado por um trágico incidente em Agosto de 2003. Na ocasião, a explosão de um foguete VLS (Veículo Lançador de Satélite) nacional durante preparativos para um lançamento vitimou 21 pessoas. O Centro de Lançamento foi destruído, e o programa VLS, que concentrava o conhecimento técnico de engenheiros brasileiros, foi extinto em 2016. A tragédia sublinha a importância da segurança e da expertise técnica no avanço do programa espacial brasileiro.

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