DINÂMICA DAS URNAS
Mudança no voto feminino será decisiva nas eleições de 2026, aponta Luciana Veiga
A inversão histórica no comportamento eleitoral das mulheres deve ser o fiel da balança no pleito presidencial de 2026, segundo análise especializada.
A disparidade entre o comportamento eleitoral de homens e mulheres, fenômeno conhecido como gap de gênero, tornou-se o elemento central que definirá o resultado das eleições presidenciais de 2026. A inversão da tendência tradicional, na qual o eleitorado feminino historicamente se inclinava ao conservadorismo, consolidou-se em 12 de julho de 2026 como o fator determinante para o futuro político do Brasil.
A avaliação foi apresentada pela cientista política Luciana Veiga, docente da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e da FGV (Fundação Getulio Vargas), durante o WW Especial: A influência das mulheres na eleição de 2026. A pesquisadora ressalta que o cenário de 2026 marca uma ruptura com os padrões observados desde 2018.
Apesar do peso político dessa mudança, Luciana Veiga enfatiza que o voto feminino não deve ser interpretado como um bloco homogêneo. Segundo a especialista, coexistem vertentes progressistas e conservadoras que, somadas, equilibram o panorama eleitoral. Em contrapartida, os dados indicam um movimento inverso no segmento masculino, que tem apresentado uma inclinação mais acentuada a perspectivas conservadoras.
O WW Especial, apresentado por William Waack, é transmitido aos domingos, às 22h, pela CNN Brasil. Para acesso antecipado ao conteúdo, o público pode ingressar no Clube de Membros da CNN Brasil no YouTube.
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