ACORDO HISTÓRICO

Mercosul e Japão discutem acordo histórico em reunião de Lula e Takaichi na França

Presidente Lula cumprimenta a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, em reunião.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, em encontro bilateral na França.

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-ministra Sanae Takaichi se encontraram em 16 de junho de 2026 na França, na margem do G7, para avançar as negociações do tratado comercial entre o Mercosul e o Japão. O objetivo é fortalecer relações e impulsionar o desenvolvimento econômico mútuo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, avançaram nas discussões sobre um acordo comercial entre o Mercosul e o país asiático. O encontro ocorreu em 16 de junho de 2026, na França, durante a cúpula do G7.

A possibilidade de um tratado foi tratada com otimismo. O presidente Lula expressou sua expectativa por "boas notícias" na próxima reunião do Mercosul, agendada para 30 de julho. Ele ressaltou a importância do acordo, que é defendido por seu governo desde o início do mandato, e o classificou como "virtuoso".

A primeira-ministra Takaichi manifestou o desejo japonês de aprofundar a relação bilateral e ampliar os esforços para diversificar a oferta de minerais críticos, um setor de interesse estratégico para ambos os lados. Lula aproveitou a ocasião para convidar Takaichi a visitar o Brasil e realizar uma reunião de trabalho focada em aprimorar o acordo existente entre Brasil e Japão.

A agenda de Lula na cúpula do G7 incluiu debates sobre parcerias internacionais, desenvolvimento global e crescimento econômico. O presidente também abordou a necessidade de manutenção do financiamento para iniciativas de combate à pobreza e o desenvolvimento de economias emergentes. A exploração de minerais críticos e a defesa da soberania nacional sobre esses recursos foram pontos centrais na participação do Brasil, que busca maior valorização dos recursos em seus países de origem.

Esta foi a 10ª participação de Lula em uma cúpula do G7 como convidado. Embora o Brasil não seja membro do grupo, a delegação brasileira pode aderir a documentos finais de seu interesse após a aprovação pelos integrantes. A participação incluiu sessões sobre parcerias internacionais em 16 de junho, e em 17 de junho debates sobre crescimento econômico, um almoço com o setor de tecnologia para discutir inteligência artificial e potenciais reuniões bilaterais.

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