TRANSPARÊNCIA ELEITORAL MINEIRA

Mateus Simões declara R$ 2,9 milhões em bens ao TSE; Danilo de Castro informa R$ 3 milhões

Fotos oficiais de Mateus Simões e Danilo de Castro para registro de candidatura.
Montagem com o governador Mateus Simões e o candidato a vice Danilo de Castro.

Candidatos ao governo de Minas Gerais oficializaram patrimônio junto à Justiça Eleitoral. Documentos detalham variações em investimentos e propriedades imobiliárias.

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), oficializou junto à Justiça Eleitoral a declaração de R$ 2,9 milhões em bens para sua candidatura à reeleição. A informação, apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (11), integra o processo de registro de candidatura exigido para o pleito.

Ao lado de Simões, o candidato a vice-governador Danilo de Castro (União Brasil) reportou um patrimônio total de R$ 3 milhões. A transparência desses dados é um requisito fundamental para a lisura do processo democrático, permitindo que a sociedade acompanhe a evolução financeira daqueles que buscam representar o estado.

Em comparação à disputa de 2022, quando ocupava o posto de candidato a vice-governador, o patrimônio de Mateus Simões apresentou uma redução de 2,71%, passando de R$ 2,98 milhões para os atuais R$ 2,9 milhões. O levantamento detalhado aponta que a queda decorre, principalmente, da retirada de investimentos em ações e aplicações de renda fixa, que não constam na declaração deste ano.

Apesar da retração em ativos financeiros, o patrimônio imobiliário do governador sofreu valorização. Uma residência situada em Nova Lima, na Grande BH, da qual Simões detém 50% de participação, teve um incremento de 32,5% em seu valor de mercado, atingindo R$ 1,7 milhão. Adicionalmente, sua fatia na ICC Indústria Comércio e Construções registrou um crescimento expressivo de 142%, passando de R$ 128,7 mil em 2022 para R$ 311,8 mil.

Sobre Danilo de Castro, esta é a primeira declaração de bens em décadas, visto que sua última participação eleitoral ocorreu em 2002, como deputado federal. O montante de R$ 3 milhões é composto majoritariamente por um apartamento em Belo Horizonte, avaliado em R$ 1,2 milhão, além de um galpão agropecuário em Ervália, na Zona da Mata, avaliado em R$ 472,5 mil, um veículo de luxo e diversas aplicações em renda fixa.

Além da chapa do PSD, outros nomes como Alexandre Kalil (PDT), Ben Mendes (Missão), Professor Túlio Lopes (PCB) e Rafael Duda (PSTU) também já submeteram suas documentações à Corte eleitoral até esta terça-feira (11).

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