DESENVOLVIMENTO BAIANO

Lula, Wagner e Jerônimo articulam futuro da BYD na Bahia

Lula, Wagner e Jerônimo discutem investimentos da BYD e a ponte Salvador-Itaparica.
Presidente Lula, senador Jaques Wagner e governador Jerônimo Rodrigues durante reunião no Palácio da Alvorada, em 29 de abril de 2026.

Encontro no Alvorada discute renovação de cota da BYD e obras da ponte Salvador-Itaparica; Senado rejeita Jorge Messias.

Presidente Lula, acompanhado do senador Jaques Wagner e do governador Jerônimo Rodrigues, discutiu pautas estratégicas de desenvolvimento para a Bahia, como os investimentos da BYD e a ponte Salvador-Itaparica, em uma reunião no Palácio da Alvorada nesta quarta-feira, 29 de abril de 2026. O encontro, que aconteceu em meio à sabatina do ministro da AGU, Jorge Messias, sinaliza um esforço conjunto dos governos Federal e estadual para impulsionar a economia e a infraestrutura local, impactando diretamente a geração de empregos e a qualidade de vida dos cidadãos baianos.

Um dos temas centrais abordados foi a negociação da fabricante chinesa BYD para renovar sua cota de importação de veículos, um benefício essencial que expirou em dezembro de 2025. A continuidade dos investimentos da montadora na Bahia é vista como crucial para o desenvolvimento industrial e a manutenção de postos de trabalho, consolidando o estado como um polo automotivo estratégico no Brasil.

O governador Jerônimo Rodrigues confirmou a importância do encontro em suas redes sociais, destacando a abrangência das discussões. "Em Brasília, estive ao lado do presidente Lula e do senador Jaques Wagner tratando de pautas estratégicas, como a ponte Salvador-Itaparica e os investimentos da BYD no nosso estado. Também passei pelo Ministério dos Transportes, dialogando sobre obras importantes para a mobilidade dos baianos", declarou o governador.

A reunião ocorreu em um momento delicado, paralelamente à sabatina de Jorge Messias no Senado Federal. Horas após o encontro no Alvorada, os senadores rejeitaram a indicação de Messias para integrar a Corte por 42 votos contrários e 34 favoráveis. A decisão do Senado representa um revés para o governo e impacta a articulação política na indicação de nomes para cargos estratégicos.

A não aprovação de Jorge Messias pelo Senado demonstra a complexidade das relações políticas e a independência do Poder Legislativo, refletindo nas estratégias futuras do governo para aprovação de suas indicações e a composição das Cortes.

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