CRIME BRUTAL NA SERRA
Homem mata mulher e alega tentativa de "expulsar demônios", diz polícia na Serra
Homem de 26 anos foi preso após agredir a vítima, que não resistiu aos ferimentos. Suspeito confessou à polícia que agiu para "expulsar demônios".
Um homem de 26 anos, identificado como Bryan Fernando Giménez Souza, foi preso em flagrante suspeito de matar Marceli de Oliveira Gottardo, 29 anos, em um condomínio no bairro Jardim Limoeiro, na Serra. A decisão de prendê-lo ocorreu após ele confessar às autoridades que agrediu a vítima com o objetivo de "expulsar demônios", conforme registrado em boletim de ocorrência. O crime chocou a comunidade local, levantando preocupações sobre saúde mental e violência doméstica.
A vítima foi encontrada desacordada dentro do apartamento do suspeito na noite de domingo, 21 de junho de 2026. Vizinhos foram acionados por Bryan por volta das 20h30, e ao entrarem no imóvel, encontraram Marceli convulsionando e com claros sinais de agressão física.
Moradores relataram ter ouvido gritos vindos do apartamento horas antes da chegada do socorro. Segundo testemunhas, uma mulher gritava, mas não havia indícios de pedidos de socorro. Uma estudante de enfermagem que reside no condomínio tentou prestar os primeiros socorros até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ela observou que Marceli apresentava marcas de violência, incluindo uma no pescoço que sugeria ter sido causada por um cordão.
Marceli chegou a ser colocada na ambulância, mas teve a morte confirmada pela equipe médica pouco tempo depois. O suspeito, que mora no condomínio há cerca de seis meses e já teria se envolvido em conflitos com outros residentes, afirmou que Marceli era uma amiga que conhecia há aproximadamente um mês. Ele também teria mencionado que ambos usaram drogas antes das agressões.
Durante a perícia no apartamento, foram encontrados pinos de cocaína, que foram apreendidos pela polícia para investigação. A Polícia Civil investiga o caso e Bryan Fernando Giménez Souza foi autuado em flagrante e encaminhado ao sistema prisional. A motivação alegada pelo suspeito levanta debates sobre a saúde mental e a necessidade de intervenções psicológicas e sociais para prevenir futuras tragédias.
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