BOLSA FAMÍLIA AMPLIA
Governo Lula expande Bolsa Família para 19,35 milhões de famílias em ano eleitoral
Decisão do governo Lula visa atingir mais famílias em 2026, ano de eleições gerais. Valor médio do benefício sobe para R$ 677,66.
{"blocks":[{"key":"12345","text":"O governo do presidente Lula (PT) decidiu ampliar o número de beneficiários do Bolsa Família, alcançando 19,35 milhões de famílias em junho de 2026. A decisão, motivada pelo calendário eleitoral e pela necessidade de assegurar o acesso a direitos sociais básicos, representa um acréscimo de aproximadamente 690 mil famílias em relação a novembro de 2025, quando o programa registrava 18,66 milhões de participantes. Essa expansão, que prioriza a dignidade e o sustento de indivíduos em vulnerabilidade social, ocorre após um processo de revisão interna que, ao longo de 2025, resultou na exclusão de cerca de 2,1 milhões de cadastros considerados irregulares. O valor médio pago a cada família neste mês de junho de 2026 é de R$ 677,66, superando o benefício básico de R$ 600 devido a adicionais por crianças, gestantes e nutrizes.","type":"paragraph"},{"key":"67890","text":"Em outra frente, o senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da Oposição no Senado, reagiu à declaração do presidente Lula (PT) de que “nunca foi esquerdista”, feita durante a cúpula do G7, em conversa com a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, e o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz. Marinho classificou o presidente como 'camaleão', argumentando que o discurso do petista muda conforme as convenções políticas e as circunstâncias do momento. Lula havia afirmado, em tom descontraído, que "o mundo não é de esquerda" e que busca "o caminho do meio", além de negar ser "esquerdista" em sua primeira eleição em 2002.","type":"paragraph"},{"key":"abcde","text":"Em Natal, o prefeito Paulinho Freire (União) sancionou uma lei que impede a concessão de benefícios fiscais a pessoas físicas condenadas por corrupção ou improbidade administrativa. A nova legislação, de autoria do vereador Kleber Fernandes (Republicanos) e aprovada pela Câmara Municipal em 21 de maio, estabelece critérios mais rigorosos para o acesso a incentivos tributários na capital potiguar, reforçando o compromisso com a integridade pública.","type":"paragraph"},{"key":"fghij","text":"Na política potiguar, o pré-candidato ao Governo do RN, Álvaro Dias, participou em Natal, na noite de quarta-feira, da reunião de apoiadores do vereador Daniell Rendall, no Clube Albatroz, bairro de Petrópolis. O evento reuniu lideranças como a pré-candidata a deputada federal Nina Souza e o pré-candidato a deputado estadual Adjuto Dias, além da vice-prefeita de Natal, Joana Guerra. Álvaro Dias agradeceu o apoio de Daniell Rendall, destacando a importância do momento para o Rio Grande do Norte.","type":"paragraph"},{"key":"klmno","text":"A tentativa de assassinato sofrida pelo vereador Cabo Deyvison (PL), em Mossoró, pode gerar um impacto significativo em seu potencial eleitoral, ampliando sua visibilidade e angariando solidariedade entre os eleitores. O fortalecimento de sua presença nas redes sociais e a associação com a pauta de segurança pública podem se refletir positivamente em futuras pesquisas de intenção de voto.","type":"paragraph"},{"key":"pqrst","text":"No Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), a promoção do juiz Henrique Baltazar Vilar dos Santos a desembargador encontra-se em um novo capítulo administrativo. Sessões marcadas por tensão e divergências públicas entre magistrados resultaram em adiamentos. Um dos pontos centrais do debate foi a alegação de uma suposta "orquestração" para impedir o acesso do magistrado ao cargo por critério de antiguidade. A vaga em questão foi aberta com a aposentadoria do desembargador Vivaldo Pinheiro em outubro de 2025. Henrique Baltazar lidera a lista de juízes aptos pela antiguidade, mas o processo se complexificou com representações internas, um Processo Administrativo Disciplinar, questionamentos no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e um incidente de recusa.","type":"paragraph"},{"key":"uvwxy","text":"O juiz Henrique Baltazar assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), e o CNJ teria determinado ao TJRN a conclusão do processo de promoção. Procedimentos administrativos remanescentes também estariam cobertos pelo TAC. Contudo, a sessão plenária do TJRN, convocada para concluir o processo, foi suspensa novamente com base em fatos posteriores ao acordo. A origem das divergências remonta a questionamentos sobre o descumprimento de acórdãos da Câmara Criminal, com representações de desembargadores apontando suposta resistência de Henrique Baltazar ao cumprimento de decisões superiores. Um Processo Administrativo Disciplinar foi instaurado contra o magistrado em novembro de 2025, sem afastamento de suas funções.","type":"paragraph"}]}
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