DIREITOS HUMANOS E IDENTIFICAÇÃO
Força-tarefa mobiliza coleta de DNA para localizar pessoas desaparecidas
Iniciativa nacional amplia banco de dados genéticos para cruzar informações com casos sem identificação; processo é gratuito e indolor.
Uma força-tarefa nacional para a coleta de material genético de familiares de pessoas desaparecidas teve início na segunda-feira (24/08/2026) e permanece ativa até sexta-feira (28/08/2026). A iniciativa, que visa ampliar as chances de localização de indivíduos, conta com 334 pontos de atendimento estruturados nas 27 unidades da Federação.
Esta é a quarta edição da mobilização, organizada pelo governo federal em colaboração direta com as secretarias de Segurança Pública dos estados e do Distrito Federal. O objetivo central é alimentar bancos de dados com perfis genéticos que possam ser confrontados com amostras de pessoas encontradas, vivas ou mortas, que permanecem sem identificação oficial.
Critérios para participação e procedimento
Para realizar a doação, os familiares devem comparecer a um dos locais designados munidos de documento de identidade e dos dados do Boletim de Ocorrência (BO) registrado sobre o desaparecimento — incluindo número do registro, delegacia responsável e estado de origem.
O Ministério da Justiça reforça que a coleta é um procedimento indolor e gratuito. A recomendação técnica é que parentes de primeiro grau — como pais, filhos e irmãos — sejam os responsáveis pela doação, dado que a proximidade genética otimiza a precisão das análises comparativas.
Caso o sistema identifique uma correspondência genética, a instituição responsável pelo processamento do DNA entrará em contato direto com o familiar que forneceu a amostra. A lista completa com os endereços de todos os 334 pontos de coleta está disponível no portal oficial do Ministério da Justiça.
Gostou desta notícia?
Entre no nosso grupo do WhatsApp!
Receba as principais notícias em primeira mão, direto no seu celular. É grátis!
📲 Quero entrar no grupo
Comentários (0)
Deixe seu comentário