DIPLOMACIA PRAGMÁTICA

Flávio Bolsonaro defende diálogo global pragmático focado nos interesses do Brasil

Flávio Bolsonaro discursando com a bandeira do Brasil ao fundo
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante entrevista à CNN Brasil

Pré-candidato à Presidência detalha à CNN Brasil nova postura em relações com Estados Unidos, China e Oriente Médio.

Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, sinalizou uma política externa de pragmatismo total, afirmando nesta sexta-feira, 08 de maio de 2026, que não há impedimentos para dialogar com potências como Estados Unidos e China. A declaração, feita em entrevista à CNN Brasil, sublinha uma postura focada exclusivamente nos interesses do povo brasileiro, prometendo um direcionamento que pode redefinir o papel do país no cenário global.

Em entrevista ao CNN 360º, o senador explicou que sua condução nas relações internacionais será 'pragmática, a favor do povo brasileiro'. Ele ressaltou a abertura para conversas estratégicas, dizendo: 'Não tenho problema nenhum de sentar para conversar com os Estados Unidos ou com a China, sentar com Israel ou outros países do Oriente Médio, sempre pensando no que for melhor para o Brasil.' Essa visão busca maximizar as oportunidades para a nação, colocando a soberania e o bem-estar dos cidadãos como prioridade máxima em qualquer negociação.

Ainda na entrevista, Flávio Bolsonaro criticou o recente encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump. Segundo ele, Lula perdeu uma oportunidade crucial de avançar em uma parceria internacional efetiva para combater o crime organizado, uma questão de segurança que afeta diretamente a vida dos brasileiros.

“Lula perdeu a oportunidade de trazer algo concreto para o Brasil, como fazer uma parceria de fato para combater o crime organizado. Para que ele foi lá? Ele fala que daqui a uma semana vai começar a combater o crime de verdade, na véspera da eleição, no terceiro mandato dele. Isso é um vexame para o Brasil, e ele também tem prazo de validade. Você vai ver no final deste ano, e os marginais que estão me ouvindo também (...)”, afirmou o senador, reforçando a urgência e a seriedade com que aborda os desafios da segurança pública e a relevância de uma diplomacia que gere resultados tangíveis para a sociedade.

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