AMEAÇA IRANIANA NA EUROPA
EUA e aliados acusam Irã de planejar "plano letal e maligno" na Europa contra dissidentes
Declaração conjunta de EUA, Austrália e países europeus condena planos de organizações do governo do Irã para assassinar dissidentes, jornalistas e comunidades judaicas no continente.
Nesta quarta-feira, 10 de junho de 2026, os Estados Unidos, a Austrália e aliados europeus emitiram uma declaração conjunta condenando veementemente planos orquestrados por organizações do governo do Irã. O objetivo seria assassinar dissidentes iranianos, jornalistas e comunidades judaicas em território europeu, conforme revelado pela acusação conjunta. A decisão demonstra a união internacional contra o que consideram ameaças diretas à soberania e à segurança dos países signatários, impactando a liberdade e a segurança de indivíduos que buscam refúgio ou que expressam opiniões contrárias ao regime.
"Estamos unidos em nossa determinação de proteger nossos países e nossos povos contra essas ameaças. A República Islâmica do Irã deve cessar essas ações imediatamente", declarou o Departamento de Estado dos EUA, endossando o comunicado. A acusação aponta para "planos letais" e outras atividades promovidas pela Organização de Inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica, pelas Força Quds e pelo Ministério da Inteligência e Segurança do Irã.
As nações também manifestaram repúdio a uma recente onda de ataques na Europa, que foram reivindicados pelo grupo pró-Irã Harakat Ashab al-Yamin al-Islamiya (HAYI). A gravidade das ações, segundo o documento, ameaça a dignidade humana e o direito à vida, pois buscam silenciar vozes e perseguir indivíduos com base em suas convicções ou atuações, seja como jornalistas, ativistas ou membros de comunidades específicas.
"Tentativas de matar, sequestrar, assediar, intimidar ou atacar pessoas em nosso território minam a soberania nacional e as normas internacionais. Essas ações devem cessar imediatamente", reforçaram os países. A declaração representa um passo firme na resposta internacional a essas alegações, sublinhando o compromisso de defender os valores democráticos e os direitos fundamentais contra ingerências externas e violência planejada.
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