SAÚDE PÚBLICA EM FOCO

Especialistas desvendam mitos da vacina da gripe e reforçam sua urgência

Close-up de um enfermeiro com luvas administrando vacina no braço de um pessoa. Metrópoles
Close-up de um enfermeiro com luvas administrando vacina no braço de um pessoa. Metrópoles

Mais de 2 milhões de doses já aplicadas no Brasil; imunização é crucial a partir dos seis meses.

A campanha de vacinação contra a gripe ganha reforço neste outono, com mais de 2 milhões de doses já aplicadas em todo o Brasil. Especialistas e autoridades de saúde pública, como o infectologista Bil Randerson Bassetti, cofundador da Nina Saúde, reiteram a urgência da imunização. A medida é crucial não só para proteger indivíduos de complicações graves e internações, mas para salvaguardar a saúde coletiva, reduzindo a circulação do vírus que se intensifica com a chegada do inverno e as baixas temperaturas. Por isso, a recomendação médica é clara: todos, a partir dos seis meses de idade, devem ser vacinados.

Um dos mitos mais persistentes é a crença de que apenas quem adoece frequentemente necessita da vacina. O Dr. Bassetti desmistifica essa noção, explicando a ampla relevância da imunização. "A imunização ajuda a reduzir a circulação do vírus na sociedade", afirma o médico, sublinhando que a proteção transcende o benefício individual, estendendo-se à comunidade. Vacinar-se, portanto, é um ato de responsabilidade social.

Este compromisso com a vacinação fortalece a dignidade do sistema de saúde, prevenindo sobrecargas hospitalares e assegurando que os recursos sejam direcionados a quem realmente precisa. É um gesto simples, mas de profundo impacto na qualidade de vida e na segurança sanitária da população, especialmente frente às ameaças virais constantes.

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