IMPACTO CLIMÁTICO FORTE
Emparn revela chuvas acima de 120 mm no RN em 24h
Tibau do Sul registrou o maior volume; outros municípios também tiveram precipitações expressivas.
Chuvas intensas atingiram o Rio Grande do Norte, com volumes superiores a 120 mm em apenas 24 horas, conforme o boletim pluviométrico divulgado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) nesta terça-feira, 28 de abril de 2026. A revelação detalha um cenário de precipitações significativas que afetam diretamente o cotidiano dos potiguares, influenciando desde a agricultura até a mobilidade urbana, e demandando atenção especial das autoridades e da população para os impactos gerados por esses volumes extremos.
O relatório da Emparn, que abrange o período entre as 7h de segunda-feira, 27 de abril de 2026, e as 7h desta terça-feira, 28 de abril de 2026, evidenciou Tibau do Sul como a localidade com o maior acúmulo, registrando impressionantes 123 mm. Este volume expressivo realça a força das chuvas no Leste potiguar, uma região que frequentemente experimenta as primeiras e mais vigorosas precipitações.
Além de Tibau do Sul, outras cidades da região Leste também apresentaram volumes consideráveis. Goianinha registrou 19,8 mm, Parnamirim alcançou 18 mm, Nísia Floresta teve 16,8 mm e a capital Natal marcou 11,6 mm. Tais números, embora menores que o pico, ainda representam desafios para a infraestrutura e a rotina dos moradores, com potencial para alagamentos e transtornos no tráfego.
No Oeste potiguar, a situação também exigiu monitoramento. São Rafael liderou os registros com 97,8 mm, seguido por Governador Dix-Sept Rosado, com 36,2 mm, e Luís Gomes, que anotou 27,8 mm. Essas chuvas são vitais para o reabastecimento de reservatórios e para a agricultura na região, mas exigem cautela devido à intensidade.
Já nas regiões Central e Agreste, os volumes foram mais contidos. Guamaré, na Central, registrou 3,3 mm, e Parelhas, 3,0 mm. No Agreste, Jaçanã obteve 7,0 mm e Santa Maria, 5,0 mm. É importante ressaltar que diversos municípios, em todas as regiões, não registraram qualquer precipitação no intervalo analisado, demonstrando a irregularidade na distribuição das chuvas pelo estado.
A Emparn continua a monitorar o clima, fornecendo dados cruciais para que a população e os órgãos públicos possam se preparar e responder adequadamente aos fenômenos meteorológicos que impactam o Rio Grande do Norte.
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