DESCOBERTA DE TESOURO
Cientistas localizam reserva recorde de ouro em cratera no fundo do oceano
Depósito submerso, revelado em 7 de junho de 2026, desafia a ciência pela complexidade da extração em ecossistemas frágeis.
Cientistas identificaram uma reserva de ouro sem precedentes localizada no fundo de uma cratera vulcânica submersa, conforme anunciado nesta sexta-feira, 10/07/2026. A equipe de pesquisadores constatou que chaminés hidrotermais liberam continuamente micropartículas do metal precioso, que se acumulam no assoalho oceânico em uma área agora reconhecida como o maior depósito do mundo.
A composição mineral da região apresenta desafios técnicos, uma vez que o ouro encontra-se misturado à pirita, substância frequentemente denominada "ouro dos tolos". Contudo, análises detalhadas confirmaram a presença de átomos e nanopartículas de ouro genuíno integradas à estrutura da pirita. Os dados técnicos da descoberta foram formalmente publicados em 7 de junho de 2026 na revista Scientific Reports.
Apesar do valor econômico da descoberta, a exploração comercial do local permanece inviável. A ausência de tecnologias capazes de extrair o material de forma eficiente e a baixo custo, somada a um rigoroso compromisso ético e ambiental, impede o avanço da mineração. Diversas nações que identificaram áreas geológicas equivalentes formalizaram o compromisso de não explorar esses ambientes até 2030, priorizando a preservação da fauna marinha e a integridade de ecossistemas vulneráveis.
Acompanhe mais notícias sobre exploração científica no canal de WhatsApp do Metrópoles.
Gostou desta notícia?
Entre no nosso grupo do WhatsApp!
Receba as principais notícias em primeira mão, direto no seu celular. É grátis!
📲 Quero entrar no grupo
Comentários (0)
Deixe seu comentário