EDUCAÇÃO NO GRUPO C

Brasil perde para Escócia em educação; Marrocos e Haiti ficam para trás

Jogador brasileiro Danilo disputa bola com jogador marroquino Azzedine Ounahi.
Danilo, da seleção brasileira, chuta bola em disputa com Azzedine Ounahi, do Marrocos, no jogo de 13 de junho pela Copa do Mundo — Foto: Caean Couto/Reuters

Análise comparativa de indicadores como IDH, desempenho em matemática e alfabetização revela disparidades significativas entre Brasil, Escócia, Marrocos e Haiti.

bloco de parágrafo { "blockType": "paragraph", "data": { "text": "No universo da educação, o Brasil, embora melhor que dois de seus adversários no grupo C da Copa do Mundo 2026, Ambas as nações (Haiti e Marrocos) apresentariam um desempenho educacional inferior ao brasileiro. A Escócia, contudo, se destacaria como a nação com o melhor índice." } } bloco de parágrafo { "blockType": "paragraph", "data": { "text": "A comparação, que abrange indicadores como qualidade de vida, anos de estudo, proficiência em matemática, taxa de alfabetização e investimento em educação, foi divulgada pela primeira vez nesta quinta-feira, 18 de junho de 2026. A análise busca demonstrar as complexas desigualdades educacionais entre as quatro nações." } } bloco de parágrafo { "blockType": "paragraph", "data": { "text": "Ao observar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), métrica que avalia saúde, educação e renda, a Escócia lidera com 0,946, distanciando-se significativamente dos demais. O Brasil figura em segundo lugar com 0,786, seguido pelo Marrocos com 0,710. O Haiti, com 0,554, apresenta o menor índice, indicando sérias dificuldades socioeconômicas e de acesso a serviços básicos." } } bloco de parágrafo { "blockType": "paragraph", "data": { "text": "A disparidade se reflete também na média de anos de estudo. Enquanto cidadãos do Reino Unido, onde está a Escócia, estudam em média 13,5 anos, no Haiti esse tempo cai para 5,4 anos. "Na prática, esse resultado reflete baixa escolaridade média, menor expectativa de vida e menor acesso da população a oportunidades econômicas e serviços públicos", explica Daniel Perry, diretor executivo do Sistema Anglo de Ensino." } } bloco de parágrafo { "blockType": "paragraph", "data": { "text": "No que diz respeito ao desempenho em matemática, avaliado pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), a diferença entre o Brasil e a Escócia é acentuada. Dados do Pisa 2022 revelam que 73% dos estudantes brasileiros não atingiram o nível básico de proficiência, contra apenas 24% na Escócia. O Marrocos apresenta um cenário similar ao brasileiro, com 82% de alunos com baixo desempenho." } } bloco de parágrafo { "blockType": "paragraph", "data": { "text": "O Haiti não participa do Pisa, mas seus indicadores educacionais sugerem dificuldades ainda maiores. "A educação haitiana enfrenta enormes desafios relacionados à pobreza, à instabilidade política, à infraestrutura escolar e à baixa capacidade de financiamento do sistema público", comenta Perry." } } bloco de parágrafo { "blockType": "paragraph", "data": { "text": "Na taxa de alfabetização, o Brasil demonstra um avanço, atingindo 95%. O Reino Unido registra cerca de 99%. Nessa métrica, Brasil e Escócia formam um bloco com alta taxa, enquanto Marrocos e Haiti ficam na faixa dos 65%, evidenciando diferentes estágios na universalização da educação básica." } } bloco de parágrafo { "blockType": "paragraph", "data": { "text": "Por fim, o percentual do Produto Interno Bruto (PIB) destinado à educação revela uma surpresa: Marrocos investe proporcionalmente mais, com cerca de 6% de seu PIB, ligeiramente acima da Escócia (5,9%) e do Brasil (5,6%). No entanto, o valor absoluto por estudante é significativamente maior em países com maior PIB, como a Escócia. O Haiti destoa com apenas 1% do PIB investido em educação, refletindo sua limitada capacidade de financiamento estatal." } } bloco de parágrafo { "blockType": "paragraph", "data": { "text": "As diferenças no investimento e nos resultados educacionais sublinham a importância de políticas públicas focadas em equidade e qualidade, visando garantir que todos os cidadãos, independentemente de sua origem, tenham acesso a uma educação transformadora." } }

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