Intoxicação

Prefeitura de Angicos responde a denúncias de peixe estragado

Peixes em Angicos, Rio Grande do Norte, imagem relacionada à polêmica da distribuição de pescado pela prefeitura na Semana Santa de 2026.
Imagem ilustrativa de peixes, com o foco na cidade de Angicos, Rio Grande do Norte, onde a prefeitura negou ter distribuído produtos estragados.

Após mais de 12 pessoas buscarem atendimento médico em 2 de abril de 2026 com sintomas de intoxicação, o município defende a qualidade dos 3.800 kg de pescado distribuídos.

A Prefeitura de Angicos, no Rio Grande do Norte, veio a público em 1º de abril de 2026 para negar categoricamente ter distribuído peixes estragados durante a Semana Santa. A manifestação oficial surge em resposta às crescentes alegações e ao atendimento médico de mais de uma dezena de moradores que, em 2 de abril de 2026, procuraram unidades de saúde com sintomas de intoxicação, supostamente associados ao consumo do pescado. Este episódio joga luz sobre a crucial responsabilidade da gestão pública com a segurança alimentar e a proteção da saúde dos seus cidadãos.

Em sua defesa, a administração municipal garantiu que as empresas fornecedoras do pescado seguiram à risca todos os padrões de conservação e transporte dos alimentos, afastando qualquer responsabilidade de sua parte.

A distribuição gratuita de aproximadamente 3.800 kg de peixe bonito, realizada pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Ação Comunitária de Angicos para a população da zona urbana e rural, é uma tradição da Semana Santa de 2026.

Contudo, a preocupação da comunidade se intensificou após relatos de mal-estar generalizado. Segundo informações do portal g1, doze pessoas que consumiram o peixe buscaram auxílio médico em 2 de abril de 2026, apresentando sintomas como vômito e diarreia, e foram medicadas.

A repercussão também ganhou as redes sociais, onde um vídeo de 21 segundos, divulgado em 4 de abril de 2026, mostrava um morador expressando dúvidas sobre a qualidade do pescado e mencionando que mais de 20 pessoas teriam sido afetadas.

As empresas GDS Comercial e Serviços Eireli e Freezer Carnes e Laticínios Ltda., responsáveis pelo fornecimento, também emitiram declarações, assegurando que todos os critérios de conservação e transporte foram observados, com refrigeração adequada e documentação em ordem.

Apesar das garantias oficiais, o incidente continua a gerar apreensão e demanda uma investigação transparente. A saúde e a confiança dos cidadãos dependem diretamente da integridade dos alimentos distribuídos em programas sociais, tornando fundamental a apuração completa dos fatos.

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