PERDA FATAL EM SALTO

Vídeo revela novo ângulo do acidente fatal de Maria Eduarda e falha em saltos de rope jumping

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas sorrindo momentos antes do salto fatal.
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, vítima de acidente fatal em salto de rope jumping em Limeira (SP).

Imagens inéditas detalham a dinâmica dos saltos de rope jumping e o momento exato da queda de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em Limeira (SP).

Um novo ângulo de vídeo revela detalhes cruciais sobre a dinâmica dos saltos de rope jumping e o momento exato da falha fatal que levou à morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em Limeira (SP). A gravação inédita, obtida neste domingo, 14/06/2026, expõe o protocolo de segurança e a negligência que resultaram no trágico incidente, levantando questionamentos sobre a segurança dessa modalidade radical cada vez mais popular no Brasil.

https://youtu.be/n_a9P_snmuU?si=hYgfljbuQKnm9TvC

As imagens exbidas no portal Bnews Natal mostram o contraste entre o procedimento que deveria ser seguido e o instante em que Maria Eduarda foi lançada ao vazio sem a devida conexão de segurança. A jovem havia pago R$ 180 pela atividade e compartilhou em suas redes sociais um story com a frase: "Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?". O clima era de aparente descontração momentos antes do salto.

O rope jumping difere do bungee jump por utilizar cordas de escalada, com baixa elasticidade, objetivando um efeito de pêndulo. Esse tipo de salto de um ponto elevado, como a "Ponte do Esqueleto" em Limeira, exige um sistema de ancoragem de altíssima precisão e exige perícia técnica.

A investigação policial e a perícia indicam que a corda principal foi esquecida no chão da plataforma, uma omissão grave na checagem dos equipamentos de proteção. O vídeo flagra o momento em que a jovem é impulsionada e, segundos depois, gritos de desespero alertam para a ausência da corda, que estava visível para a equipe responsável pelo salto.

Os três funcionários detidos foram enquadrados por homicídio com dolo eventual. A Polícia Civil considerou que a omissão em conferir os itens básicos de segurança em um esporte de risco configura a assunção direta do risco de morte.

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