VÍDEO DA HUMILHAÇÃO: truculência de fiscais da Prefeitura do Natal contra ambulante causa revolta na população
Causaram revolta e indignação na população as cenas de violência e truculência protagonizadas por agentes da Prefeitura do Natal, que humilharam e tentaram prender um vendedor ambulante que, essa semana, comercializava “quentinhas” em uma caixa térmica, em frente ao Hospital Onofre Lopes. O assunto, através de um vídeo gravado pelos presentes, logo tomou conta das redes sociais, gerando o protesto de internautas, chocados com a insensibilidade dos agentes públicos que avançaram contra o trabalhador que tentava garantir o sustento de sua família.
Em um momento em que empresas e instituições sérias trabalham, fortemente a questão do acolhimento e humanização, a ação dos fiscais da Semsur externa o despreparo de auxiliares do prefeito Carlos Eduardo Alves, que, no final das contas, paga junto à opinião pública o preço do desgaste da falta de competência e visão social de seus colaboradores.
AÇÃO DESASTRADA DA SEMSUR TEM PÉSSIMA REPERCUSSÃO E DESGASTA IMAGEM DE CARLOS EDUARDO ALVES
A sessão de humilhação contra o vendedor ambulante teve a participação de pelo menos quatro guardas municipais e de fiscais da Semsur, órgão dirigido pelo secretário Jonny Costa. No vídeo aparece um guarda municipal fazendo menção de sacar a pistola de choque que portava junto ao colete balístico.
Populares que presenciavam o fato gritavam para os agentes públicos: “vão prender bandidos. Deixe o homem trabalhar, que não é bandido não”. Nem a revolta da população amenizava a tirania dos fiscais da Semsur.
CIDADANIA
Ao invés de ter a truculência como método de trabalho, a gestão municipal de serviços urbanos deveria investir na elaboração de projetos voltados para a humanização dos comerciantes que atuam na informalidade. Segundo a psicóloga Jurema Marinho, que tem forte atuação na área de psicologia social, ações como a visualizada através do vídeo intensifica ainda mais a violência já instalada na cidade.
“Não acredito que seja essa a orientação que o prefeito de Natal passa para os seus subordinados. Para evitar cenas lamentáveis como essas, só bastava sensibilidade, um olhar mais acolhedor e a elaboração de um projeto “Vendedor Cidadão”, que envolveria um diagnóstico social, padronização das caixas de picolés, “quentinhas” e outros produtos, alem de camisetas padronizadas, capacitação e conscientização dos ambulantes. Ações dessa natureza não só melhora a autoestima e a qualidade de vida de quem atua na informalidade, como também mostra a preocupação da administração pública com o bem-estar social. Simplicidade e humanização são fundamentais para tudo que fazemos ou faremos em nossas vidas”, explica.
AÇÃO DESASTRADA DA SEMSUR TEM PÉSSIMA REPERCUSSÃO E DESGASTA IMAGEM DE CARLOS EDUARDO ALVES
A sessão de humilhação contra o vendedor ambulante teve a participação de pelo menos quatro guardas municipais e de fiscais da Semsur, órgão dirigido pelo secretário Jonny Costa. No vídeo aparece um guarda municipal fazendo menção de sacar a pistola de choque que portava junto ao colete balístico.
Populares que presenciavam o fato gritavam para os agentes públicos: “vão prender bandidos. Deixe o homem trabalhar, que não é bandido não”. Nem a revolta da população amenizava a tirania dos fiscais da Semsur.
CIDADANIA
Ao invés de ter a truculência como método de trabalho, a gestão municipal de serviços urbanos deveria investir na elaboração de projetos voltados para a humanização dos comerciantes que atuam na informalidade. Segundo a psicóloga Jurema Marinho, que tem forte atuação na área de psicologia social, ações como a visualizada através do vídeo intensifica ainda mais a violência já instalada na cidade.
“Não acredito que seja essa a orientação que o prefeito de Natal passa para os seus subordinados. Para evitar cenas lamentáveis como essas, só bastava sensibilidade, um olhar mais acolhedor e a elaboração de um projeto “Vendedor Cidadão”, que envolveria um diagnóstico social, padronização das caixas de picolés, “quentinhas” e outros produtos, alem de camisetas padronizadas, capacitação e conscientização dos ambulantes. Ações dessa natureza não só melhora a autoestima e a qualidade de vida de quem atua na informalidade, como também mostra a preocupação da administração pública com o bem-estar social. Simplicidade e humanização são fundamentais para tudo que fazemos ou faremos em nossas vidas”, explica.
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