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Flávio Bolsonaro repercute reportagem sobre Lula e Banco Master

Flávio Bolsonaro e Lula: Senador repercute reportagem sobre intervenção presidencial no Banco Master.
Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em montagem que ilustra o debate sobre a reportagem.

Senador do PL-RJ divulgou investigação que aponta atuação de Luiz Inácio Lula da Silva em reunião de 2024.

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), acendeu um novo debate político neste domingo, 17 de maio de 2026, ao usar as redes sociais para divulgar uma reportagem do Poder360. A matéria, classificada por Bolsonaro como uma "bomba", detalha a suposta intervenção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma negociação do Banco Master em dezembro de 2024. A ação do parlamentar, que buscou alertar grandes veículos de comunicação para o conteúdo, eleva a discussão sobre a influência presidencial no mercado financeiro e a transparência em negociações bancárias, gerando potencial impacto na confiança pública e na estabilidade econômica.

Em sua publicação, Flávio Bolsonaro mencionou explicitamente os perfis de importantes conglomerados de mídia no X, incluindo Globo, GloboNews, TV Globo, jornal O Globo e Globoplay. O gesto do congressista foi acompanhado de uma provocação, sugerindo que tais veículos deveriam estar cientes do "ocorrido" e investigá-lo, impulsionando a visibilidade da reportagem.

A reportagem, agora amplamente repercutida por Flávio, narra um encontro crucial ocorrido no Palácio do Planalto em 4 de dezembro de 2024. Segundo a publicação, o presidente Lula teria aconselhado Daniel Vorcaro, então proprietário do Banco Master, a não concretizar a venda da instituição financeira ao BTG Pactual por um valor simbólico de R$ 1. A recomendação presidencial, conforme o texto, era para que o Banco Master mantivesse suas operações ativas no mercado, um posicionamento que levanta questionamentos sobre a autonomia das transações privadas.

Ainda de acordo com a matéria, que cita investigações inicialmente reveladas pelo portal UOL e fundamentadas em documentos da Polícia Federal, a reunião no Planalto contou com a presença de figuras proeminentes. Entre os participantes estavam Gabriel Galípolo, que assumiria a liderança do Banco Central em janeiro de 2025, além dos ministros Rui Costa (PT), da Casa Civil, e Alexandre Silveira (PSD), de Minas e Energia. A presença dessas autoridades de alto escalão em um aconselhamento sobre a venda de um banco sublinha a seriedade e o potencial impacto da intervenção presidencial.

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