APURAÇÃO POLÊMICA
Roberto Sánchez pede anulação de votos no exterior em eleição presidencial do Peru
Candidato Roberto Sánchez, do Juntos por el Perú, busca anular votos de peruanos residentes fora do país, alegando irregularidades e buscando reverter resultado que favorece Keiko Fujimori. Decisão final pendente.
O candidato à presidência Roberto Sánchez, do partido Juntos por el Perú, apresentou na segunda-feira, 22 de julho de 2026, um recurso para anular os votos de peruanos residentes no exterior. A decisão surge em meio à apuração apertada e à vantagem parcial de Keiko Fujimori, do Fuerza Popular, que obteve mais de 63% dos votos válidos nas regiões internacionais. O pedido de Sánchez visa impactar o resultado final da eleição, que ainda não foi proclamado oficialmente, levantando questões sobre a celeridade e a transparência do processo eleitoral.
Sánchez alega supostas irregularidades administrativas e problemas na gestão das cédulas de votação pelo órgão eleitoral no pleito realizado no exterior, que representa cerca de 300 mil votos. Segundo o candidato de esquerda, caso esses votos sejam excluídos, ele teria uma vantagem de aproximadamente 25 mil votos sobre sua adversária. O Fuerza Popular, partido de Keiko Fujimori, declarou que aguardará a conclusão integral da apuração antes de reivindicar a vitória.
A missão de observação da União Europeia avaliou o segundo turno da eleição presidencial como “calmo e organizado”, apesar do cenário de forte polarização política. A eleição ocorre em um contexto de acentuada instabilidade no Peru, que verá seu nono presidente assumir a chefia do Estado andino em dez anos em 28 de julho. A definição do pleito tem impacto direto na busca por estabilidade para o país.
“Apresentamos um pedido de anulação para que o Júri Nacional de Eleições declare nulas as eleições organizadas pelos 119 consulados”, comunicou Roberto Sánchez em sua conta oficial no X. O congressista argumentou que o processo eleitoral foi “gravemente afetado pelas mudanças introduzidas a pedido do Poder Executivo (Ministério das Relações Exteriores), especialmente no segundo turno da eleição presidencial”, embora não tenha apresentado evidências concretas para sustentar suas alegações. Ele enfatizou que a resolução da ONPE, que determinou o envio físico das atas eleitorais dos consulados para Lima em malotes diplomáticos, em vez de digitalização como no primeiro turno, representa uma “grave violação da intangibilidade das normas eleitorais”.
Sánchez alega supostas irregularidades administrativas e problemas na gestão das cédulas de votação pelo órgão eleitoral no pleito realizado no exterior, que representa cerca de 300 mil votos. Segundo o candidato de esquerda, caso esses votos sejam excluídos, ele teria uma vantagem de aproximadamente 25 mil votos sobre sua adversária. O Fuerza Popular, partido de Keiko Fujimori, declarou que aguardará a conclusão integral da apuração antes de reivindicar a vitória.
A missão de observação da União Europeia avaliou o segundo turno da eleição presidencial como “calmo e organizado”, apesar do cenário de forte polarização política. A eleição ocorre em um contexto de acentuada instabilidade no Peru, que verá seu nono presidente assumir a chefia do Estado andino em dez anos em 28 de julho. A definição do pleito tem impacto direto na busca por estabilidade para o país.
Com informações de Agence France-Presse (AFP) e Reuters.
Especialistas em direito eleitoral, consultados pelo jornal local El Comercio, consideram o pedido juridicamente infundado e uma estratégia para adiar a proclamação oficial dos resultados. Com mais de 99% das urnas apuradas pelo Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE), Keiko Fujimori acumula 50,1% dos votos, contra 49,89% de Sánchez. A diferença atual é de cerca de 40 mil votos em um universo de mais de 19 milhões de votos válidos, mas autoridades ainda analisam atas contestadas que somam aproximadamente 82 mil votos.
“Apresentamos um pedido de anulação para que o Júri Nacional de Eleições declare nulas as eleições organizadas pelos 119 consulados”, comunicou Roberto Sánchez em sua conta oficial no X. O congressista argumentou que o processo eleitoral foi “gravemente afetado pelas mudanças introduzidas a pedido do Poder Executivo (Ministério das Relações Exteriores), especialmente no segundo turno da eleição presidencial”, embora não tenha apresentado evidências concretas para sustentar suas alegações. Ele enfatizou que a resolução da ONPE, que determinou o envio físico das atas eleitorais dos consulados para Lima em malotes diplomáticos, em vez de digitalização como no primeiro turno, representa uma “grave violação da intangibilidade das normas eleitorais”.
Sánchez alega supostas irregularidades administrativas e problemas na gestão das cédulas de votação pelo órgão eleitoral no pleito realizado no exterior, que representa cerca de 300 mil votos. Segundo o candidato de esquerda, caso esses votos sejam excluídos, ele teria uma vantagem de aproximadamente 25 mil votos sobre sua adversária. O Fuerza Popular, partido de Keiko Fujimori, declarou que aguardará a conclusão integral da apuração antes de reivindicar a vitória.
A missão de observação da União Europeia avaliou o segundo turno da eleição presidencial como “calmo e organizado”, apesar do cenário de forte polarização política. A eleição ocorre em um contexto de acentuada instabilidade no Peru, que verá seu nono presidente assumir a chefia do Estado andino em dez anos em 28 de julho. A definição do pleito tem impacto direto na busca por estabilidade para o país.
Com informações de Agence France-Presse (AFP) e Reuters.
Especialistas em direito eleitoral, consultados pelo jornal local El Comercio, consideram o pedido juridicamente infundado e uma estratégia para adiar a proclamação oficial dos resultados. Com mais de 99% das urnas apuradas pelo Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE), Keiko Fujimori acumula 50,1% dos votos, contra 49,89% de Sánchez. A diferença atual é de cerca de 40 mil votos em um universo de mais de 19 milhões de votos válidos, mas autoridades ainda analisam atas contestadas que somam aproximadamente 82 mil votos.
“Apresentamos um pedido de anulação para que o Júri Nacional de Eleições declare nulas as eleições organizadas pelos 119 consulados”, comunicou Roberto Sánchez em sua conta oficial no X. O congressista argumentou que o processo eleitoral foi “gravemente afetado pelas mudanças introduzidas a pedido do Poder Executivo (Ministério das Relações Exteriores), especialmente no segundo turno da eleição presidencial”, embora não tenha apresentado evidências concretas para sustentar suas alegações. Ele enfatizou que a resolução da ONPE, que determinou o envio físico das atas eleitorais dos consulados para Lima em malotes diplomáticos, em vez de digitalização como no primeiro turno, representa uma “grave violação da intangibilidade das normas eleitorais”.
Sánchez alega supostas irregularidades administrativas e problemas na gestão das cédulas de votação pelo órgão eleitoral no pleito realizado no exterior, que representa cerca de 300 mil votos. Segundo o candidato de esquerda, caso esses votos sejam excluídos, ele teria uma vantagem de aproximadamente 25 mil votos sobre sua adversária. O Fuerza Popular, partido de Keiko Fujimori, declarou que aguardará a conclusão integral da apuração antes de reivindicar a vitória.
A missão de observação da União Europeia avaliou o segundo turno da eleição presidencial como “calmo e organizado”, apesar do cenário de forte polarização política. A eleição ocorre em um contexto de acentuada instabilidade no Peru, que verá seu nono presidente assumir a chefia do Estado andino em dez anos em 28 de julho. A definição do pleito tem impacto direto na busca por estabilidade para o país.
Com informações de Agence France-Presse (AFP) e Reuters.
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