ARTICULAÇÃO POLÍTICA
Michelle Bolsonaro critica a direita do Ceará por aliança com Ciro
Ex-primeira-dama rotula ala cearense do PL como "Vendida" e defende candidatura de Eduardo Girão; atritos com Flávio Bolsonaro se intensificam.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro classificou a direita cearense como "Vendida" ao manifestar descontentamento com o apoio do Partido Liberal a Ciro Gomes, em posicionamento registrado neste domingo, 19 de julho de 2026. A crítica ocorreu após Ciro Gomes indicar preferência por outros nomes ao governo do Ceará, excluindo Flávio Bolsonaro de suas considerações, fato que acirrou as tensões dentro do núcleo bolsonarista.
O desentendimento público teve início após declarações de Ciro Gomes dadas em 18 de julho de 2026, durante o evento Expocrato, na região de Cariri. Michelle utilizou as redes sociais para questionar a coerência da aliança, ressaltando o histórico de embates entre o ex-ministro e o ex-presidente Jair Bolsonaro. Para a ex-primeira-dama, a busca por votos de eleitores conservadores por parte de um grupo que contribuiu para a inelegibilidade de seu marido reflete uma prática política contrária aos valores do movimento.
A controvérsia expõe um racha familiar e político. Em 24 de junho de 2026, Michelle relatou publicamente ter sido desrespeitada em uma conversa telefônica com o senador Flávio Bolsonaro sobre o tema. Na ocasião, ela afirmou que o enteado solicitou que ela se abstivesse das decisões partidárias. Enquanto o diretório estadual do Partido Liberal sustenta a aproximação com Ciro, Michelle defende o apoio à pré-candidatura do senador Eduardo Girão, do Novo, sustentando que a medida preservaria a identidade ideológica do grupo.
Gostou desta notícia?
Entre no nosso grupo do WhatsApp!
Receba as principais notícias em primeira mão, direto no seu celular. É grátis!
📲 Quero entrar no grupo
Comentários (1)
Antonio Augusto
há 1 diaImportante é o que tem a dizer Jair Messias Bolsonaro quanto ao foco de tirar o PT do poder no Ceará. Lembrando que o Senador Eduardo Girão permanecer no senado é tirar a influência do PT.
Deixe seu comentário