GOVERNO LULA

Flávio Bolsonaro afirma que governo Lula deixa "legado de dívida e fome"

Senador Flávio Bolsonaro discursando em evento
Senador Flávio Bolsonaro durante participação no evento Veja Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo.

Pré-candidato ao Planalto pelo PL criticou a política econômica do atual governo, alegando que ela impacta o custo de vida e o acesso ao crédito.

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, declarou nesta segunda-feira, 15 de junho de 2026, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixa um “legado de dívida e fome”. A declaração ocorreu durante sua participação no evento Veja Fórum Rumos do Brasil, realizado em São Paulo.

Em conversa com o CEO do Grupo Abril, Mauricio Lima, o congressista pontuou que o Brasil atravessa um período de deterioração econômica e social. Flávio Bolsonaro ainda enfatizou que o país não suporta mais um novo mandato do atual presidente, afirmando: “O Brasil não aguenta mais 4 anos de PT”.

Com críticas contundentes à sigla, o senador utilizou termos fortes ao se referir ao PT, defendendo que o país precisa “livrar do câncer chamado PT”.

Ao longo de sua intervenção, o senador atribuiu ao governo federal a piora das contas públicas e da conjuntura econômica. Ele argumentou que a gestão atual elevou gastos fora do arcabouço fiscal, agravando o quadro fiscal do país. “O Lula gastando mais de 200 bilhões de reais fora do arcabouço fiscal único e exclusivamente para tentar enganar o povo brasileiro mais uma vez dando bondades”, disse.

Flávio Bolsonaro também assinalou que a política econômica vigente afeta diretamente o custo de vida da população e a disponibilidade de crédito. “O brasileiro não tem mais o poder de compra”, declarou, mencionando juros elevados e as dificuldades de financiamento para pequenos negócios.

Na perspectiva do pré-candidato, o cenário econômico se traduz em problemas sociais mais amplos, como pobreza e insegurança alimentar. Ele concluiu que o país enfrenta “legado de dívida e fome”, somados a “desespero e violência”, atribuindo tal situação à condução governamental de Lula.

Durante o evento, o senador também teceu críticas ao modelo de gestão pública, observando que o Estado tem expandido despesas e impostos. Segundo ele, essa expansão contribui para o endividamento das famílias e para o enfraquecimento da atividade econômica.

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