ALERTA HÍDRICO

Volumes expressivos de chuva banham o Rio Grande do Norte

Imagem aérea de área rural sendo molhada por chuva intensa no Rio Grande do Norte.
Fortes chuvas em Nísia Floresta, na Grande Natal, marcaram um dos maiores volumes registrados.

Boletim da Emparn aponta marcas acima de 67 mm em algumas cidades entre sábado, 18, e domingo, 19 de abril de 2026.

O Rio Grande do Norte vivenciou volumes expressivos de precipitação, com algumas localidades superando a marca de 67 milímetros. A Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn) divulgou neste domingo, 19 de abril de 2026, um boletim pluviométrico que detalha as chuvas registradas em 76 das 294 estações ativas, cobrindo o período de 24 horas entre as 7h do sábado, 18 de abril, e as 7h de hoje. Essa chegada robusta de águas é um alento para o semiárido potiguar, essencial para a recarga de reservatórios e para as atividades agrícolas, mas também demanda atenção aos possíveis impactos locais.

As regiões Leste e Oeste do estado concentraram os maiores acumulados de água. Nísia Floresta, na Grande Natal, registrou o índice mais alto, com impressionantes 67,4 mm. Em Mossoró, no Oeste potiguar, os pluviômetros marcaram 63,4 mm, evidenciando a intensidade dos temporais que beneficiaram diversas cidades.

Na porção Leste, além de Nísia Floresta, outros municípios também se destacaram pela quantidade de chuva: Pureza (39,2 mm), Parnamirim (36 mm), Macaíba (26,6 mm) e Tibau do Sul (23,6 mm) receberam volumes consideráveis. A capital, Natal, registrou 8,3 mm.

Já no Oeste, além da expressiva marca de Mossoró, a chuva também foi abundante em Martins (35 mm), Frutuoso Gomes (30,5 mm), Serra do Mel (29,8 mm) e Felipe Guerra (28,2 mm), contribuindo para a umidade do solo e para o desenvolvimento da vegetação local.

A região Central também não ficou de fora dos eventos pluviométricos. São João do Sabugi alcançou 35 mm, enquanto Caiçara do Rio do Vento recebeu 20 mm e Lagoa Nova, 14,8 mm. No Agreste, Monte Alegre registrou 31 mm, seguido por Santa Maria (21 mm) e Santo Antônio (18,4 mm).

A Emparn, responsável pelo monitoramento contínuo das condições climáticas do estado, coleta esses dados por meio de uma rede abrangente de equipamentos. Pluviômetros automáticos e manuais, distribuídos estrategicamente em todas as regiões, fornecem as informações vitais para o acompanhamento diário dos volumes de chuva, subsidiando análises e previsões importantes para a população potiguar.

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