CRIME E VIOLÊNCIA

Violência extrema resulta em morte de gestante e criança no MA

Foto de Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos
As vítimas foram identificadas como Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Ação criminosa em São João Batista, Maranhão, resultou na morte de uma mulher grávida e seu filho de 4 anos; investigação apura possível disputa entre facções.

A Polícia Civil do Maranhão iniciou a apuração de um triplo crime ocorrido em São João Batista, no interior do estado, onde uma gestante e seu filho de 4 anos foram encontrados sem vida após um ataque brutal. O caso, que chocou a comunidade local, foi registrado nesta sexta-feira, 10 de julho de 2026, quando um grupo armado invadiu residências na zona rural e, antes de incendiar o local, efetuou diversos disparos contra as vítimas.

As vítimas foram identificadas como Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos. O ataque foi marcado por extrema violência: segundo a Polícia Militar do Maranhão (PMMA), cerca de 100 estojos de munições de diversos calibres, incluindo 9 milímetros, .38, .40 e 12, foram recolhidos pela perícia técnica no cenário do crime.

A motivação do atentado é o foco central do trabalho da Polícia Civil. Testemunhas relataram que o companheiro de Samira e pai de Yan, identificado como Josef Abreu Santos, foi visto na residência instantes antes da invasão. O homem, que possuiria histórico de vínculos com organizações criminosas, não foi localizado até este sábado, 11 de julho de 2026. A principal linha de investigação aponta para uma retaliação decorrente de conflitos entre facções rivais na região.

Profissionais do Hospital Municipal foram os primeiros a acionar a corporação após relatos de moradores sobre as chamas. O impacto dessa tragédia recai sobre a segurança pública e a dignidade das famílias atingidas, que aguardam pelos exames periciais para confirmar se a causa determinante dos óbitos foi o incêndio provocado ou os ferimentos por arma de fogo.

Até a presente data, 11 de julho de 2026, nenhum suspeito foi detido. As autoridades reforçaram o patrulhamento na zona rural próxima ao povoado, enquanto a equipe de investigadores busca por evidências que levem à identificação dos envolvidos na incursão criminosa.

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