DESASTRE NATURAL
Tufão Bavi deixa milhares sem energia e mantém Japão em alerta máximo
Mais de quatro mil residências enfrentam apagões em Ishigaki e Yaeyama enquanto as autoridades monitoram a trajetória da tempestade rumo à China.
As autoridades locais determinaram o alerta máximo de segurança na ilha de Ishigaki, no sul do Japão, após a passagem do tufão Bavi, que provocou a interrupção no fornecimento de energia elétrica para mais de quatro mil residências na região e nas ilhas vizinhas de Yaeyama, em 11 de julho de 2026. A medida visa proteger a população diante da destruição causada pelos ventos violentos e chuvas intensas que atingiram a infraestrutura básica.
A situação é crítica para os moradores, que enfrentam ruas bloqueadas por detritos e o isolamento imposto pela suspensão de voos e serviços de ferry durante todo o sábado, 11 de julho de 2026. A interrupção dos transportes impacta diretamente a rotina das famílias, que dependem da conectividade para o acesso a suprimentos e serviços essenciais.
Equipes de manutenção estão mobilizadas para restaurar o fornecimento elétrico, embora a operação seja dificultada pelos riscos de deslizamentos de terra, inundações e ondas de tempestade. O alerta de ventos que podem atingir até 216 km/h permanece vigente, mantendo a população sob orientação de isolamento preventivo.
Embora o Bavi apresente sinais de enfraquecimento ao encontrar águas mais frias, especialistas da CNN e órgãos de monitoramento meteorológico destacam que o fenômeno ainda representa perigo. O volume de umidade contido nas nuvens, cuja extensão equivale ao território da França, preocupa as autoridades da China, para onde a tempestade se desloca, com previsão de atingir a costa de Wenzhou no início da manhã de 12 de julho de 2026.
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