ANÁLISE DE DESEMPENHO
The Athletic rebaixa Brasil em ranking mundial após Copa do Mundo de 2026
Seleção ocupa a 16ª posição em lista do The Athletic; campanha sob comando de Carlo Ancelotti fica atrás de Canadá e Cabo Verde.
A Seleção Brasileira foi posicionada na 16ª colocação em um ranking atualizado pelo The Athletic, departamento de esportes do New York Times, em publicação realizada na quinta-feira, 09/07/2026. A avaliação reclassificou as 48 seleções participantes da Copa do Mundo de 2026 após a definição das quartas de final, refletindo o descontentamento com o desempenho da equipe comandada por Carlo Ancelotti.
A queda precoce nas oitavas de final, após derrota por 2 a 1 para a Noruega, consolidou um cenário de frustração para os torcedores brasileiros. Com este resultado, o jejum de títulos mundiais da Seleção Brasileira atingirá a marca de 28 anos na próxima edição do torneio, um impacto direto na história esportiva do país que gera debates profundos sobre a gestão técnica e a renovação de talentos em campo.
O jornal norte-americano destacou o histórico negativo diante dos noruegueses, contra quem o Brasil nunca venceu em cinco confrontos. Sobre a atuação individual, a publicação enfatizou os momentos de tensão envolvendo Neymar, que, mesmo convertendo um pênalti nos acréscimos, protagonizou discussões com o goleiro Ørjan Nyland e com Martin Ødegaard, terminando a partida visivelmente abalado.
A desvalorização da equipe foi acentuada pela comparação com seleções consideradas de menor tradição. O The Athletic posicionou o Brasil atrás de Paraguai (9º), México (10º), Colômbia (11º), Estados Unidos (12º), Egito (13º), Canadá (14º) e Cabo Verde (15º). A trajetória cabo-verdiana, que incluiu um empate com a Espanha e a eliminação do Uruguai na fase de grupos, foi citada como exemplo de superação.
No topo da classificação, figuram os oito países que seguem vivos na competição: França, Espanha, Argentina, Inglaterra, Marrocos, Noruega, Bélgica e Suíça. A liderança francesa é justificada pela força ofensiva de Kylian Mbappé e Michael Olise.
Ao encerrar a Copa do Mundo de 2026 na 11ª colocação geral, o Brasil igualou sua segunda pior marca histórica, equiparando-se ao desempenho de 1966, na Inglaterra, quando foi superado por Hungria e Portugal. O retrospecto negativo só é superado pela 14ª posição obtida na Itália, em 1934.
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