LIBERDADE EM JOGO

STJ julga pedido de liberdade de Deolane Bezerra

Foto de Deolane Bezerra em evento.
Advogada e influenciadora Deolane Bezerra teve pedido de liberdade julgado pelo STJ.

A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça avalia nesta terça-feira, 09/06/2026, o pedido de liberdade da advogada e influenciadora Deolane Bezerra, presa sob suspeita de integrar esquema de lavagem de dinheiro. O caso corre em segredo de justiça.

A Quinta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) analisa, nesta terça-feira, 09/06/2026, um pedido de liberdade apresentado pela defesa da advogada e influenciadora Deolane Bezerra. A decisão é aguardada com grande expectativa, pois envolve a situação de uma figura pública acusada de participar de um esquema milionário de lavagem de dinheiro ligado ao PCC (Primeiro Comando da Capital). O processo tramita em segredo de Justiça no STJ, cujos ministros da Quinta Turma são Reynaldo Soares da Fonseca, Ribeiro Dantas, Joel Ilan Paciornik, Messod Azulay Neto e Maria Marluce Caldas. A situação de Deolane impacta a percepção pública sobre justiça e dignidade, especialmente considerando as acusações que recaem sobre ela. Deolane Bezerra foi detida no final de maio pela Polícia Civil de São Paulo. A investigação aponta para seu suposto envolvimento em uma complexa rede de lavagem de dinheiro. Notícias recentes indicam que a defesa de Marcola, líder do PCC, alega desconhecimento sobre Deolane, enquanto policiais penais denunciaram um tratamento diferenciado à influenciadora na prisão. A Polícia Civil de São Paulo indiciou Deolane Bezerra, Marco Willians Herbas Camacho (Marcola) e outras cinco pessoas. As acusações incluem participação em organização criminosa e lavagem de capitais. A investigação sugere que, desde 2022, Deolane teria usado sua influência social para legitimar recursos de atividades ilícitas da facção, uma alegação negada pelos seus advogados. Poucos dias após sua prisão, a defesa de Deolane tentou, junto à Presidência do STJ, revogar a ordem de detenção. O pedido foi negado sob o argumento de que um recurso similar ainda deveria ser avaliado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Insatisfeita, a defesa insistiu com um novo recurso no STJ, que agora está em análise e corre em sigilo, sem previsão para decisão.

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