IMIGRAÇÃO EM FOCO

Secretário de Defesa dos Estados Unidos compara imigração na Europa ao Dia D

Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, em evento de memória.
Pete Hegseth, Secretário de Defesa dos Estados Unidos, discursa em memória do Dia D.

Pete Hegseth, nomeado por Donald Trump, criticou o desembarque de imigrantes em praias europeias, evocando a Segunda Guerra Mundial para argumentar sobre a necessidade de alianças mais fortes e autossuficiência.

[ { "type": "paragraph", "content": "O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, comparou o desembarque de imigrantes em praias europeias ao Dia D, marco da Segunda Guerra Mundial. A declaração foi feita neste sábado, 6 de junho de 2026, em discurso no Cemitério Americano da Normandia, em Colleville-sur-Mer, na França, data que marca os 82 anos do evento histórico." }, { "type": "paragraph", "content": ""Infelizmente, hoje, diferentes praias europeias são invadidas por diferentes ideologias perigosas. Barcos e homens chegam a praias na Espanha, na Itália, na Grécia e na Bulgária", afirmou Hegseth, questionando a reação das capitais europeias diante do que descreveu como uma invasão. "As capitais europeias farão algo sobre essa invasão ou já é tarde demais? Rezo para que não e acredito que não."" }, { "type": "paragraph", "content": "As declarações refletem críticas recorrentes do governo do presidente Donald Trump ao continente europeu, que, segundo Washington, sofre com defesas frágeis, dificuldades em gerir fluxos migratórios e excesso de burocracia, além de censura a vozes conservadoras." }, { "type": "paragraph", "content": "Hegseth também defendeu o fortalecimento de alianças e a corresponsabilidade entre as nações. "Os homens enterrados aqui lutaram em uma aliança de combate onde cada parceiro contribuiu com toda a sua medida de indústria, coragem e sacrifício, não com slogans vazios, cúpulas luxuosas ou comunicados", pontuou." }, { "type": "paragraph", "content": ""Aliados reais, fazendo coisas reais, sofrendo perdas reais por uma causa compartilhada pela qual vale a pena lutar e morrer. Cada nação fez sua parte e sangrou. A América liderará, mas aliados capazes devem estar conosco, ombro a ombro na linha de frente", acrescentou o secretário. A fala evoca a necessidade de um esforço conjunto e de autossuficiência por parte dos aliados, um tema recorrente na política externa de Trump." }, { "type": "paragraph", "content": "O discurso também se alinha à pressão de Trump por maior apoio europeu na guerra contra o Irã, iniciada em fevereiro pelos Estados Unidos e Israel. Em março, o presidente americano criticou França e Reino Unido, sugerindo que países que não oferecessem ajuda deveriam arcar sozinhos com os custos de importação de petróleo, inclusive no estreito de Hormuz. Trump também expressou insatisfação com a Otan e ameaçou deixar a aliança, argumentando falta de apoio." } ]

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