ATAQUE POLÍTICO DURO
Samanda associa Styvenson a Alcolumbre e cobra Zenaide sobre Lula
Pré-candidata ao Senado critica atuação de Styvenson Valentim e Zenaide Maia, questionando a dependência de emendas e alinhamentos políticos. A decisão, comunicada em entrevista na terça-feira, 07 de julho de 2026, impacta o cenário eleitoral do Rio Grande do Norte.
A pré-candidata ao Senado, Samanda Alves, utilizou uma entrevista ao programa Repórter 98, da 98 FM Natal, nesta terça-feira, 07 de julho de 2026, para fazer fortes críticas à atuação parlamentar dos senadores Styvenson Valentim (Podemos) e Zenaide Maia (PSD). A decisão de expor publicamente suas opiniões visa questionar a efetividade dos mandatos e o posicionamento político dos senadores em um momento crucial para as definições eleitorais. A fala de Samanda Alves importa pois lança luz sobre a dinâmica do poder e da representatividade no Rio Grande do Norte, levantando debates sobre a integridade e a independência dos parlamentares frente aos interesses públicos.
Samanda Alves questionou a relevância do trabalho dos dois senadores sem o benefício das emendas parlamentares, utilizando a provocação: “Retire as emendas e o que fica de entrega?”. Para a pré-candidata, um senador deve pautar sua conduta por projetos claros e demonstrar independência. A crítica busca destacar como a atuação de parlamentares pode se tornar dependente de recursos financeiros em detrimento de um trabalho legislativo autônomo e focado nas necessidades da população. Essa dependência, se confirmada, afeta diretamente a dignidade do voto e a confiança do cidadão nas instituições.
Questionada sobre a proximidade de Styvenson Valentim com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, Samanda Alves opinou que a postura do senador "leva a fazer essa leitura" de subserviência. Em relação à senadora Zenaide Maia, a pré-candidata enfatizou a necessidade de um posicionamento claro, especialmente considerando que o partido dela possui um pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado, enquanto ela declara voto em Lula. Samanda Alves apontou que Zenaide Maia "saiu do palanque [de Fátima Bezerra] olhando para questões pessoais" e, junto a outras ações, "desconstruíram a candidatura de Fátima [ao Senado]". Essas observações geram questionamentos sobre a lealdade partidária e a coerência nas alianças políticas, impactando a percepção pública sobre a ética na política.
Ao analisar a pré-candidatura de Rafael Motta (PDT), Samanda Alves comentou que o PDT já definiu o nome de Jean Paul Prates e, após discussão interna, optou por Rafael Motta. A pré-candidata afirmou que o desempenho de Motta nas pesquisas "não surpreendeu", lembrando seu recall da última campanha e sua atuação como deputado federal. Ela concluiu que "uma candidatura fortalece a outra", indicando uma possível estratégia de cooperação eleitoral.
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