SEGURANÇA HISTÓRICA

RN registra o abril mais seguro em 16 anos, indica SESED

RN registra o abril mais seguro em 16 anos, indica SESED

Estado contabiliza 66 mortes violentas intencionais, uma redução de 67,49% desde 2017.

O Rio Grande do Norte alcançou um marco histórico na segurança pública, registrando apenas 66 mortes violentas intencionais no mês de abril. Este índice, o menor dos últimos 15 anos para o período, foi consolidado pela Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (COINE), órgão da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED). A significativa redução da criminalidade, celebrada nesta segunda-feira, 04 de maio de 2026, reflete a efetividade de políticas públicas e estratégias integradas que visam proteger a vida e restaurar a tranquilidade da população potiguar.

A análise da série histórica, que tem início em 2011, revela o quão expressiva é esta conquista. Enquanto o mês de abril de 2017 foi o mais violento já registrado, com um trágico total de 203 mortes, os 66 homicídios de agora representam uma notável diminuição de 67,49%. Essa queda não é apenas um número, mas um sopro de esperança que se traduz em mais vidas preservadas e em um ambiente de maior segurança para as famílias em todo o estado.

Os dados, criteriosamente consolidados pela Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (COINE), uma unidade vital da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), reforçam a importância do trabalho de monitoramento e sistematização dos indicadores de violência. Este resultado eleva o patamar de abril de 2026 a um dos períodos mais seguros já observados no Rio Grande do Norte, comprovando o impacto direto e positivo das políticas públicas focadas na redução contínua da criminalidade.

Francisco Araújo, o secretário da SESED, sublinha que este feito é um testamento às estratégias de segurança integradas, à aplicação inteligente de tecnologias de ponta, ao fortalecimento incisivo das investigações criminais, à constante ampliação de equipamentos e, sobretudo, à valorização inestimável dos profissionais que atuam na linha de frente. O empenho conjunto desses fatores tem sido crucial para reverter o cenário e pavimentar o caminho para um futuro com menos violência.

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