REVISTA ESTRUTURAL EM CADEIA

Policiais penais realizam revista com cães farejadores na Cadeia Pública de Ceará-Mirim

Policiais penais e cães farejadores inspecionam celas de uma cadeia.
Policiais penais realizam revista com cães farejadores em unidade prisional.

Ação preventiva com apoio do Grupo Penitenciário de Operações com Cães (GPOC) durou três dias e não encontrou irregularidades.

Policiais penais encerraram nesta quinta-feira, 28/05/2026, uma revista estrutural minuciosa na Cadeia Pública de Ceará-Mirim, na Grande Natal. A operação, que contou com o suporte do Grupo Penitenciário de Operações com Cães (GPOC), inspecionou os três pavilhões da unidade prisional ao longo de três dias e, segundo a direção, não detectou nenhuma anormalidade.

Iniciada na última terça-feira, 26/05/2026, a ação seguiu rigorosos protocolos de segurança e fiscalização estabelecidos pelo sistema penitenciário estadual. Durante os trabalhos, agentes realizaram buscas detalhadas em celas, áreas comuns e em toda a estrutura física do estabelecimento.

Os cães farejadores do GPOC foram empregados para auxiliar na identificação de materiais proibidos, substâncias ilícitas e possíveis falhas estruturais no interior da unidade prisional, contribuindo para a eficácia das inspeções.

A administração da Cadeia Pública de Ceará-Mirim informou que a revista teve um caráter preventivo e estratégico, visando o fortalecimento da segurança interna e a manutenção da ordem no ambiente carcerário. O objetivo principal foi impedir a entrada e circulação de itens ilícitos, além de verificar as condições gerais do presídio.

De acordo com a direção da unidade, operações como esta são rotineiras no sistema penitenciário do Rio Grande do Norte e são consideradas cruciais para assegurar a disciplina e a segurança tanto dos servidores quanto das pessoas privadas de liberdade.

A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP) ressaltou que procedimentos preventivos e revistas estruturais são realizados periodicamente em todas as unidades prisionais do estado, como parte da estratégia para reforçar o controle interno. A colaboração entre policiais penais e as equipes especializadas do GPOC é um componente fundamental dessa abordagem de fiscalização.

Ao final da operação na Cadeia Pública de Ceará-Mirim, nenhuma irregularidade foi oficialmente registrada pelas equipes envolvidas.

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