FIGURINHAS DA COPA FALSIFICADAS

Polícia Civil apreende pacotes e álbuns de figurinhas da Copa 2026 suspeitos de falsificação em Patos de Minas

Pacotes de figurinhas da Copa 2026 apreendidos em Minas Gerais.
Pacotes de figurinha eram comercializados abaixo do preço de mercado — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Apreensão ocorreu na segunda-feira (1º) em um estabelecimento comercial. Dois suspeitos foram levados à delegacia e liberados.

{ "blocks": [ { "type": "paragraph", "data": { "text": "A Polícia Civil apreendeu 680 pacotes de figurinhas e 112 álbuns da Copa do Mundo 2026 suspeitos de falsificação em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, nesta segunda-feira, 01/06/2026. A corporação informou que os itens eram comercializados em um estabelecimento na região central da cidade." } }, { "type": "paragraph", "data": { "text": "A operação, batizada de ‘Álbum Fantasma’, resultou no encaminhamento de um homem, de 40 anos, e uma mulher, de 29, à Delegacia de Polícia Civil para prestar depoimentos. Ambos foram liberados posteriormente." } }, { "type": "paragraph", "data": { "text": "Os pacotes de figurinhas apreendidos eram vendidos por R$ 6 cada, um valor abaixo do praticado no mercado, o que levantou suspeitas. Questionados sobre a origem dos produtos, os suspeitos afirmaram não possuir nota fiscal e alegaram ter adquirido as mercadorias na cidade de São Paulo. Sem documentos que comprovassem a procedência, todo o material foi recolhido para análise pericial." } }, { "type": "paragraph", "data": { "text": ""Será instaurado um inquérito e, atendendo o procedimento operacional padrão da Polícia Civil, a empresa será oficiada para que envie à Polícia Civil o álbum original e um pacote de figurinha original, sendo a peça motivo para a contrafação, para comparar com as figurinhas e álbuns falsificados", explicou o delegado Bruno do Carmo Garcia." } }, { "type": "paragraph", "data": { "text": "O delegado regional Luis Mauro Sampaio Pereira destacou a importância da atenção dos consumidores diante da comercialização de produtos falsificados, que pode configurar crime. "É um trabalho preventivo, para que toda população ganhe com isso, evitando que pessoas sejam enganadas. Agora, a investigação fica a cargo da Delegacia de Crimes contra o Patrimônio para que possa chegar à apreensão de mais objetos que estejam ligados ao mesmo crime", concluiu." } } ] }

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