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Polícia apreende remédios e celulares irregulares em duas ocorrências no interior de SP

Foto policial de medicamentos e celulares apreendidos
Polícia apreende remédios e celulares irregulares em duas ocorrências no interior de SP

Em Assis, 850 frascos de remédios emagrecedores, 20 canetas GHK-CU e 207 celulares foram apreendidos. Em Quatá, 85 produtos terapêuticos sem procedência foram recolhidos. Dois homens foram presos.

Nesta quinta-feira, 18/06/2026, duas operações policiais no interior de São Paulo resultaram na apreensão de centenas de produtos irregulares e na prisão de dois homens. As ações, em Assis e Quatá, expuseram a circulação de medicamentos sem procedência e celulares contrabandeados, com potencial risco à saúde pública e à segurança.

Em Assis, durante uma vistoria de rotina na Rodovia Raposo Tavares na manhã de quarta-feira (17), a Polícia Rodoviária interceptou um carro com expressiva quantidade de itens ilegais. Foram encontrados 850 frascos de remédios emagrecedores e 20 canetas da substância GHK-CU, além de 207 aparelhos celulares de diversas marcas e modelos.

Todos os produtos apreendidos em Assis eram de origem estrangeira e não possuíam qualquer documentação fiscal, indicando serem de contrabando. O motorista do veículo foi preso em flagrante. A ocorrência foi registrada e os produtos encaminhados à Delegacia da Polícia Federal de Marília.

A segunda apreensão ocorreu na cidade de Quatá. Um homem foi detido em frente a uma farmácia, na Avenida Rui Barbosa, enquanto comercializava produtos terapêuticos e fitoterápicos sem comprovação de origem. A Polícia Militar agiu após uma denúncia anônima recebida pela Vigilância Sanitária municipal, com apoio da Guarda Municipal.

Com o suspeito, foram recolhidos 85 frascos de produtos sem procedência garantida. Uma análise preliminar apontou que muitos itens não possuíam o registro obrigatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e apresentavam rótulos impressos de forma precária, indicando fabricação clandestina.

Segundo a Vigilância Sanitária, a falta de comprovação de origem e registro inviabiliza qualquer garantia sobre a eficácia e a qualidade desses produtos, colocando em risco a saúde dos consumidores. O homem foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil de Quatá, onde permaneceu preso à disposição da Justiça.

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