INVESTIGAÇÃO DE ALTO IMPACTO
Polícia antiterrorista do Reino Unido investiga morte de Ann Widdecombe
Unidade de contraterrorismo assume apuração após surgirem novas evidências; suspeito de 28 anos permanece sob custódia policial.
A divisão de combate ao terrorismo da polícia assumiu nesta segunda-feira, 13/07/2026, a investigação sobre a morte da ex-parlamentar britânica Ann Widdecombe. A decisão, comunicada pela ministra do Interior do Reino Unido, Shabana Mahmood, foi motivada pelo surgimento de novas evidências que alteraram o curso da apuração original, que anteriormente não tratava o caso como um ato de terrorismo.
Ann Widdecombe, de 78 anos, foi encontrada morta em sua residência em Haytor, Devon, Inglaterra, na quinta-feira, 09/07/2026. A perícia policial acredita que o óbito tenha ocorrido no dia 08/07/2026, data em que a vítima foi vista pela última vez em uma entrevista à TalkTV. A ex-ministra, que teve uma carreira marcante no Partido Conservador e, mais recentemente, no Reform UK, sofreu ferimentos graves, fato que mobilizou as autoridades nacionais.
No sábado, 11/07/2026, um homem de 28 anos foi detido pela Polícia de Devon e Cornwall em South Yorkshire. Inicialmente preso por homicídio, o suspeito foi detido novamente nesta segunda-feira, 13/07/2026, sob suspeita de cometimento, preparação ou incitação a atos de terrorismo. A ministra Shabana Mahmood ressaltou que o investigado não era monitorado pelo programa governamental antiterrorismo, tornando a natureza da motivação do crime uma prioridade central para os investigadores.
O impacto do crime repercutiu profundamente no Parlamento, trazendo à tona preocupações com a integridade física de figuras públicas. O porta-voz do Partido Conservador, Chris Philp, enfatizou a vulnerabilidade de representantes políticos ao citar os históricos assassinatos de Sir David Amess e Jo Cox. Em resposta, o governo britânico, sob a gestão de Keir Starmer, comprometeu-se a revisar os protocolos de segurança para ex-parlamentares e figuras políticas com exposição pública, visando garantir que a democracia não seja enfraquecida por atos de violência.
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