CRIME CHOCA SOROCABA
Perícia encontra sangue na residência de bebê que chegou morto a Sorocaba
Manchas de sangue foram localizadas em múltiplos cômodos da casa do bebê Miguel Franco Silva. Mãe e padrasto, ambos de 21 anos, foram presos suspeitos de homicídio doloso.
A perícia descobriu manchas de sangue em diversos cômodos da residência do bebê que deu entrada sem vida no Pronto Atendimento (PA) da Zona Norte de Sorocaba (SP), nesta segunda-feira, 01 de junho de 2026, apresentando sinais de espancamento. A mãe e o padrasto da criança foram detidos sob suspeita de homicídio.
Os acusados, Gabrielly Franco Garcia e Rafael Luis Alves Júnior, acionaram o serviço de resgate alegando que o bebê Miguel Franco Silva, de apenas 1 ano, havia se engasgado. Apesar das tentativas de reanimação pela equipe médica, o óbito foi confirmado. A avaliação inicial indicou que a criança já estava morta há aproximadamente uma hora antes do acionamento do socorro.
Segundo o boletim de ocorrência, o exame clínico detalhou diversos ferimentos no corpo do bebê, incluindo lesões na cabeça, marcas de mordidas nos lábios, ferimentos nas orelhas e nos dedos das mãos e pés. Observou-se também uma lesão grave na região anal e um afundamento craniano.
Gabrielly apresentava lesões nas mãos, descritas no boletim como compatíveis com as agressões sofridas pelo filho, enquanto o padrasto possuía manchas de sangue em sua vestimenta. Ambos, com 21 anos, negaram as agressões, atribuindo os machucados à própria criança.
Familiares relataram à polícia ter notado lesões prévias na criança e expressado preocupações sobre seu desenvolvimento. Gabrielly e Rafael foram presos e autuados por homicídio doloso, configurado pela intenção de matar. A investigação segue para determinar todos os fatos que levaram a esta trágica perda.

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