NOVA VERSÃO SURGE

Pai de youtuber morto em queda de helicóptero no RJ contesta versão de acidente

Helicópteros em cena de acidente.
Aeronaves envolvidas em colisão aérea no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro.

Ricardo Prim acredita que a colisão que matou seis pessoas no Recreio dos Bandeirantes, no Rio, pode ter sido um atentado. Investigação oficial apura falhas técnicas.

Ricardo Prim, pai do influenciador argentino Gaspar "Gaspi" Prim Díaz, manifestou publicamente sua descrença de que a queda de dois helicópteros, que resultou em seis mortes no último domingo (14), tenha sido um acidente. A declaração surge em meio à apuração técnica oficial das causas da tragédia ocorrida no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio.

Em entrevista ao jornal argentino Clarín, o empresário afirmou: "Eu recebo muitos dados e acredito que não foi um acidente. Para mim, foi um atentado". Ele não especificou as informações que o levaram a essa conclusão, mas mencionou o cantor norte-americano Oliver Tree, também vítima fatal, como um possível ponto de interesse.

Investigação técnica e responsabilidades

Paralelamente às declarações da família, o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) concentra seus esforços na análise de fatores técnicos. As principais linhas de investigação incluem falhas na separação entre as aeronaves, problemas na comunicação via rádio e possíveis irregularidades no plano de voo das aeronaves PP-MAC e PR-DJJ.

Ambas as aeronaves possuíam certificados de aeronavegabilidade válidos junto à Anac. Contudo, por serem registradas na categoria de serviço privado, não estavam autorizadas a operar como táxi-aéreo, categoria que exige protocolos de segurança e manutenção mais rigorosos.

Vítimas e próximos passos

Além de Gaspi (23 anos) e Oliver Tree (32 anos), o acidente ceifou a vida do cineasta Lucas Vignale, do produtor musical Lucas Brito Chaves e dos pilotos Alexandre Souza e Charles Marsillac. O caso é investigado simultaneamente pela Polícia Civil, que apura responsabilidades criminais, e pelo Seripa III, focado na identificação de fatores para prevenção de futuras ocorrências. O relatório final do Cenipa sobre as causas da colisão tem previsão de conclusão entre dois a cinco anos.

Gostou desta notícia?

Entre no nosso grupo do WhatsApp!

Receba as principais notícias em primeira mão, direto no seu celular. É grátis!

📲 Quero entrar no grupo

Compartilhe esta matéria

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário