PARLAMENTAR REAGE
Nikolas Ferreira critica PF e compara Operação Compliance Zero a escândalo do INSS
Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou críticas nas redes sociais após investigação da Polícia Federal (PF) sobre o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o Banco Master.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) utilizou as redes sociais nesta quinta-feira, 18/06/2026, para comentar a Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF). A ação investiga supostas irregularidades envolvendo o Banco Master e tem como alvos o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o empresário Augusto Lima. Ao se manifestar, Nikolas Ferreira comparou a repercussão do caso a denúncias anteriores de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Em sua publicação, o parlamentar lamentou a continuidade de escândalos no país. "O roubo do INSS ninguém fala mais… e sempre surge outro. O Brasil é um eterno escândalo", declarou Nikolas Ferreira, criticando a forma como a notícia sobre a operação estava sendo abordada.
A Operação Compliance Zero foi anunciada nesta quinta-feira (18/6) e apura irregularidades relacionadas ao Banco Master. Além do senador Jaques Wagner, líder do governo no Senado, e do ex-sócio do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, Augusto Lima, a investigação envolve outras partes cujas identidades não foram divulgadas.
Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), agentes da Polícia Federal cumprem um total de 18 mandados de busca e apreensão. As ações ocorrem nos estados da Bahia, São Paulo e no Distrito Federal. Medidas cautelares diversas da prisão, como a suspensão de passaportes e a proibição de contato entre os investigados, também foram autorizadas.
As suspeitas que recaem sobre Jaques Wagner surgiram a partir da análise de mensagens extraídas do celular de Augusto Lima. A investigação busca determinar se o senador atuou em favor de propostas de interesse do Banco Master no Congresso Nacional. Duas medidas específicas são o foco: uma que ampliava o crédito consignado e outra conhecida nos bastidores como "Emenda Master". Trechos de mensagens obtidas pela PF entre o senador e o empresário indicam uma relação de proximidade entre os envolvidos, reforçando a linha de investigação.
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