SAÚDE TRANQUILIZA PAÍS

Ministério da Saúde garante que cepa andina do Hantavírus nunca circulou no Brasil

Ministério da Saúde garante que cepa andina do Hantavírus nunca circulou no Brasil

Ministro Alexandre Padilha detalhou nesta segunda-feira, 11 de maio de 2026, que os sete casos atuais da doença no país não têm relação com a variante perigosa, assegurando controle e identificação genotípica.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, tranquilizou a população brasileira nesta segunda-feira, 11 de maio de 2026, ao afirmar que a temida cepa andina do Hantavírus, associada a surtos em outras regiões, nunca circulou no país. A declaração, feita em Brasília durante um evento conjunto com o Ministério das Comunicações, busca dissipar preocupações e fornecer informações precisas sobre a doença, que registra anualmente dezenas de casos no Brasil sem relação com a variante mais grave.

Padilha enfatizou que o Hantavírus "não é um vírus desconhecido", distinguindo-o da Covid-19, que emergiu como uma nova infecção humana. "No Brasil, a gente chega a ter entre 38, 40, 45 casos por ano. Nesse momento, nós temos 7 casos por Hantavírus que não tem qualquer relação com o hantavírus do Cruzeiro, nem a cepa", explicou o ministro, visando acalmar o público sobre a situação atual e o impacto na saúde individual e coletiva.

A preocupação com a cepa andina ganhou destaque devido a surtos específicos, como o ocorrido em um cruzeiro. Contudo, Padilha foi categórico: "a cepa de Hantavírus que circulou no cruzeiro é uma cepa exclusiva da região andina". Ele lembrou que o primeiro caso de Hantavírus foi registrado nos EUA, nos anos 1990, e que o Brasil monitora a doença desde o final dessa década, mantendo vigilância constante.

O ministro ressaltou a capacidade técnica do país para lidar com a doença. "A gente tem toda a estrutura para identificar e genotipar", garantiu, reiterando que nenhum dos sete casos recentes corresponde à cepa andina. O contágio, como já apontado por especialistas, ocorre pela aspiração de fezes de roedores, um modo de transmissão que sublinha a importância de medidas de higiene e controle de pragas para a proteção da dignidade humana e da saúde pública.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também endossa a posição de que o surto específico do Cruzeiro não configura um risco de pandemia, conforme salientou Padilha, fortalecendo a mensagem de que, para o Brasil, a situação do Hantavírus permanece sob controle e monitoramento constante, preservando a segurança e a tranquilidade da sociedade.

Gostou desta notícia?

Entre no nosso grupo do WhatsApp!

Receba as principais notícias em primeira mão, direto no seu celular. É grátis!

📲 Quero entrar no grupo

Compartilhe esta matéria

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário