DIPLOMACIA E COMPETITIVIDADE

Lula prega foco em IA e matemática para confrontar política de TRUMP

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursando no Centro de Eventos do Ceará.
O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante evento em Fortaleza (CE).

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o país precisa investir em tecnologia para enfrentar o protecionismo comercial dos Estados Unidos.

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu o investimento em IA (inteligência artificial) e matemática como estratégias fundamentais para o Brasil elevar sua competitividade global, visando enfrentar a influência da China e confrontar o que classificou como a "arrogância" de Donald TRUMP. A declaração ocorreu nesta 6ª feira (31.jul.2026), durante a convenção do PT do Ceará, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

Ao abordar a capacidade intelectual da população, o Presidente reforçou que o país possui potencial para se equiparar às grandes potências. Lula enfatizou que o Brasil "não vai abaixar a cabeça" diante do tensionamento nas relações comerciais com os Estados Unidos, motivado pela imposição de tarifas adicionais a produtos brasileiros.

Histórico de tensões com TRUMP

Desde o início de seu mandato, em 2023, o chefe do Executivo brasileiro mantém uma postura crítica em relação a Donald TRUMP, do Partido Republicano. O tom de distanciamento diplomático tem sido marcado por variações ao longo dos anos, com momentos de proximidade pontual seguidos de novos atritos, especialmente após mudanças na gestão dos EUA, que anteriormente era ocupada por Joe Biden, do Partido Democrata.

O impacto do TARIFAÇO

A relação bilateral atingiu um ponto crítico em 2026 devido ao segundo TARIFAÇO. Em 15 de julho, o USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA) oficializou uma sobretaxa de 25% contra o Brasil, que entrou em vigor na 4ª feira (22.jul). Posteriormente, uma taxação adicional de 12,5% foi imposta, elevando a carga tarifária sobre produtos nacionais para até 37,5%.

A medida, fundamentada na Seção 301, foi uma resposta do governo norte-americano sob a alegação de práticas comerciais injustas e falhas na fiscalização de produtos relacionados ao trabalho forçado, conforme apontado pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA.

Gostou desta notícia?

Entre no nosso grupo do WhatsApp!

Receba as principais notícias em primeira mão, direto no seu celular. É grátis!

📲 Quero entrar no grupo

Compartilhe esta matéria

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário