REJEIÇÃO POLÍTICA EM ALTA

Lula e Flávio Bolsonaro lideram desaprovação em nova pesquisa Atlas/Bloomberg

Imagem ilustrativa de pesquisa eleitoral com gráficos e nomes de políticos brasileiros.
Gráfico ilustra os resultados da pesquisa Atlas/Bloomberg sobre taxas de rejeição de políticos.

Presidente Lula tem 51% de rejeição, Flávio Bolsonaro 49,8%. Levantamento ouviu 5.008 pessoas entre 22 e 27 de março.

Uma nova rodada da pesquisa Atlas/Bloomberg, distribuída nesta terça-feira, 28 de abril de 2026, revelou índices significativos de rejeição a líderes políticos, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançando 51% e o senador Flávio Bolsonaro (PL) registrando 49,8% de desaprovação. Os resultados oferecem um panorama sobre a percepção pública dos eleitores em relação a figuras proeminentes, impactando diretamente suas trajetórias políticas e o cenário eleitoral futuro.

Esses números não são meras estatísticas; eles representam a voz do eleitorado e os desafios de popularidade enfrentados por importantes nomes da política brasileira. A alta taxa de rejeição indica um considerável impedimento para o voto, sinalizando a dificuldade que esses líderes teriam em angariar apoio de uma parcela significativa da população em uma eventual disputa eleitoral.

O levantamento também mensurou a popularidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que apresenta 44,9% de rejeição. A pesquisa, que questionou em qual dos políticos listados os entrevistados não votariam "de jeito nenhum", avaliou outros nomes além de Lula e Flávio Bolsonaro.

Entre os demais avaliados, Renan Santos (Missão) aparece com 42,2% de desaprovação. Fernando Haddad (PT) registra 41,9% de rejeição, enquanto Romeu Zema (Novo) tem 40,9%. Já Ronaldo Caiado (PSD) alcança 38,7%. Uma pequena parcela, 0,1% dos entrevistados, indicou que não rejeitaria “nenhum destes” candidatos.

A metodologia da pesquisa envolveu 5.008 pessoas, recrutadas digitalmente de forma aleatória (Atlas RDR), com os dados coletados entre os dias 22 e 27 de março. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, assegurando um nível de confiança de 95% para os resultados. O estudo foi conduzido com recursos próprios do instituto Atlas/Bloomberg e está devidamente registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07992/2026.

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