MISTÉRIO NO CÉU
Comando Indo-Pacífico revela imagens de OVNI no Mar da China Meridional
Documentos desclassificados pelo Departamento de Guerra detalham registro de objeto com formato incomum capturado por sensores infravermelhos.
O Comando Indo-Pacífico dos EUA encaminhou ao AARO (Escritório de Resolução de Anomalias de Todos os Domínios) um registro de inteligência sobre um OVNI (Objeto Voador Não-Identificado) que exibe um formato atípico, semelhante a uma minhoca, avistado sobre o Mar da China Meridional. A decisão de incluir o material nos arquivos públicos, oficializada nesta sexta-feira, 10 de julho de 2026, visa promover transparência sobre registros que, até o momento, permanecem sem uma explicação conclusiva pelas autoridades de segurança dos Estados Unidos.
As imagens, gravadas em 2024, foram capturadas por um sensor infravermelho posicionado em uma unidade militar. O vídeo mostra o momento exato em que o sensor amplia a visão sobre o objeto, destacando sua geometria incomum. A divulgação desse material busca mitigar dúvidas da sociedade sobre a natureza dos Fenômenos Anômalos Não Identificados, sendo uma das prioridades estabelecidas pela atual gestão do Departamento de Guerra.
O caso integra o quarto lote de registros do programa Pursue (Sistema Presidencial de Abertura e Relatório para Encontros com UAPs). Conforme o documento, foram aplicadas edições com borrões pontuais no vídeo para preservar a identidade de testemunhas e a precisão da localização de instalações sensíveis do governo, sem, contudo, alterar as características técnicas do Fenômenos Anômalos Não Identificados registrado.
Para o Secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, a medida atende a uma diretiva do Presidente Trump para encerrar o sigilo histórico sobre tais ocorrências. “O Departamento de Guerra está em total sintonia com o Presidente Trump para trazer transparência sem precedentes em relação ao entendimento do nosso governo sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados”, declarou o Secretário. Os materiais seguem classificados como “não resolvidos” devido à escassez de dados que permitam uma identificação definitiva, embora novas análises especializadas continuem sendo conduzidas pelo Departamento de Guerra.
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