SEGURANÇA MARÍTIMA GLOBAL
Comando Central dos EUA desmente fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã
Após ataques iranianos a bases aliadas, Washington garante a manutenção do tráfego comercial no Estreito de Ormuz neste domingo, 12 de julho de 2026.
O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos desmentiu neste domingo, 12 de julho de 2026, a alegação da Guarda Revolucionária do Irã de que o Estreito de Ormuz estaria fechado para o tráfego marítimo. A declaração foi emitida em resposta a uma escalada de tensões na região, marcada por ataques iranianos contra alvos associados aos EUA em quatro nações do Golfo Pérsico.
A importância do Estreito de Ormuz é vital para a economia global, sendo o corredor por onde transita cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo. A instabilidade na área coloca em risco não apenas a segurança dos tripulantes, mas também a estabilidade dos preços dos combustíveis e o abastecimento internacional, impactando diretamente o custo de vida de milhões de cidadãos.
“O Estreito de Ormuz está aberto a todas as embarcações que buscam transitar legalmente. As forças americanas estão posicionadas e preparadas para garantir que a liberdade de navegação permaneça disponível, apesar da agressão, do assédio, das ameaças e das declarações arbitrárias injustificadas do Irã”, afirmou o Comando Central dos EUA em comunicado oficial.
A agência britânica de segurança marítima UKMTO relatou que uma embarcação foi atingida pelo Irã, resultando em um incêndio. A tripulação precisou abandonar o navio; 23 pessoas foram resgatadas, mas uma permanece desaparecida, evidenciando o custo humano da instabilidade na região. Segundo a Guarda Revolucionária, foram alvejados centros militares na Jordânia, Kuwait, Omã e Catar.
Em represália, o Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos informou que atingiu 140 alvos militares iranianos neste domingo, totalizando 300 ataques realizados em 3 noites consecutivas. A situação permanece fluida e sob monitoramento constante das potências globais.
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